O BTG (BPAC11) divulgou sua carteira ESG de junho. A sigla tem a ver com governança ambiental, social e corporativa.
Trata-se de uma abordagem que avalia o quanto uma companhia trabalha em prol destes objetivos sociais.
Esse viés corporativo tem crescido, principalmente por conta da pressão dos próprios investidores que estão cada dia mais preocupados com o planeta e com o comportamento das organizações.
Já a carteira do BTG traz as seguintes empresas:
- Aliansce Sonae (ALSO3);
- Arezzo (ARZZ3);
- B3 (B3SA3);
- Itaú (ITUB4);
- Lojas Renner (LREN3);
- Orizon (ORVR3);
- Porto Seguro (PSSA3);
- Rede D’Or (RDOR3);
- Rumo (RAIL3);
- Vibra (VBBR3).
BTG (BPAC11): carteira ESG de junho
O BTG afirma ter aumentado sua exposição ao varejo com a manutenção das Lojas Renner e acrescentando a Arezzo.
Segundo o banco, a Renner negocia com desconto e segue bem-posicionada para ganhar participação de mercado no fragmentado segmento de varejo de vestuário brasileiro.
“Quanto a Arezzo, nossa tese positiva reflete sua expansão resiliente no mercado local, com mais poder de precificação, resultados mais saudáveis na operação nos EUA e M&A e oportunidades adicionais de licenciamento adiante”, disse.
E acrescentou: “no setor financeiro, mantemos B3 e Itaú e adicionamos a Porto Seguro. A B3 é uma de nossas opções preferidas para aumentar o risco no mercado de capitais brasileiro, que acreditamos que continuará a funcionar bem no curto prazo.”
Banco Premium
O BTG afirma enxergar o Itaú como o banco “premium” do Brasil, líder do setor e em “transformação digital”. A instituição segue negociando com desconto frente seus pares.
“Quanto a Porto, a tão esperada melhoria da sinistralidade está finalmente se materializando e o momento pode ter mudado”, ressaltou.
Veículo de exposição
O banco de investimentos está mantendo na carteira ESG a Rumo e a Orizon. “A Rumo é um excelente veículo de exposição as perspectivas positivas para grãos no Brasil. Enquanto isso, esperamos que os resultados da Orizon se beneficiem de fusões e aquisições recentes e novos contratos e projetos, enquanto a desalavancagem deve abrir espaço para novas oportunidades”, destacou.
Para o BTG, outras estreantes neste mês são Aliansce Sonae, Rede D’Or e Vibra. “A Aliansce Sonae negocia com desconto e beneficia-se das melhores perspectivas de taxas de juro e um mercado de fundos de investimento imobiliário mais ativo”, frisou.
Já a Rede D’Or oferece uma oportunidade de investimento atraente, combinando uma história de reestruturação no setor de seguros com sólido potencial de crescimento no segmento hospitalar.
Por fim, o banco afirma considerar que o valuation da Vibra ignora não apenas o cenário de top down mais benigno no setor (mudanças na política de preços de combustível da Petrobras e taxas de juros menores), mas também importantes marcos específicos da empresa que irão impulsionar a geração de caixa e acelerar o crescimento dos resultados.
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