O Banco BMG (BMGB4) registrou lucro líquido de R$ 157 milhões no segundo trimestre do ano, alta de 25,7% em relação aos R$ 125 milhões apurados no mesmo período de 2025. Na comparação com o primeiro trimestre deste ano, quando o banco lucrou R$ 147 milhões, o avanço foi de 7,1%.
A margem financeira alcançou R$ 1,512 bilhão no trimestre, crescimento de 4,8% em relação aos R$ 1,443 bilhão registrados no 2T25. Na comparação trimestral, o avanço foi de 2,8%.
Após o custo de crédito, a margem financeira ficou em R$ 905 milhões, alta de 1,7% em um ano e de 6,2% ante o primeiro trimestre. A margem financeira após o custo de crédito passou de 10,7% no 2T25 para 11,1% no 2T26.
As despesas administrativas e operacionais somaram R$ 628 milhões, aumento de 4% na comparação anual e de 3,3% em relação ao 1T26. Com isso, o resultado operacional chegou a R$ 202 milhões, queda de 12,5% em um ano, mas alta de 12% na comparação trimestral.
Dados operacionais
Entre os indicadores de rentabilidade, o retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) ficou em 15,5% no segundo trimestre, acima dos 14,3% registrados um ano antes. O retorno sobre os ativos médios (ROAA) passou de 1% para 1,3% no período.
O índice de eficiência encerrou o trimestre em 52,4%, melhora de 1,5 ponto percentual em relação ao 2T25 e de 0,1 ponto percentual ante o primeiro trimestre.
No acumulado do primeiro semestre, o lucro líquido do Banco BMG chegou a R$ 305 milhões, crescimento de 26,8% sobre os R$ 240 milhões registrados nos seis primeiros meses de 2025. A margem financeira acumulada foi de R$ 2,983 bilhões, alta de 3,2%, enquanto a margem financeira após o custo de crédito avançou 5,6%, para R$ 1,758 bilhão.
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