O dólar encerrou o pregão desta quinta-feira (20), com queda de 0,90%, cotado a R$ 5,4165. No dia, a moeda oscilou entre a máxima de R$ 5,4613 e a mínima de R$ 5,3795. A nova redução dos juros na China deu fôlego às commodities e trouxe compradores gringos para as ações brasileiras. O alívio expressivo na curva de juros também favoreceu a compra de outros setores na bolsa, reforçando o fluxo de entrada.
- Segunda-feira (17): +0,24% a R$ 5,5266
- Terça-feira (18): +0,61% a R$ 5,5603
- Quarta-feira (19): -1,70% a 5,4659
- Quinta-feira (20): -0,90% a R$ 5,4165
- Semana: -1,75%
Cenário
O dia é de agenda esvaziada no Brasil. A bolsa brasileira vem de duas altas seguidas na semana (em ambos os casos na contramão dos mercados de Nova York), sendo sustentada pelas commodities.
No campo político, a sanção do Orçamento de 2022 acontece esta semana, mas o presidente Jair Bolsonaro afirmou que ainda não decidiu sobre o reajuste dos servidores.
Em entrevista, ele admitiu que a intenção era conceder reajuste apenas para policiais, mas até isso está temporariamente suspenso. Também prometeu reajuste geral para o orçamento de 2023 – lembrando que este é ano eleitoral e seu mandato termina em 2022.
A Anvisa autorizou hoje a possibilidade de liberar a vacina do Butantan para crianças entre 3 e 17 anos. Atualmente, apenas a vacina da Pfizer tinha autorização para a vacinação infantil e depende da entrega de doses pediátricas vindas do exterior.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de dezembro da zona do euro acelerou ao recorde de 5% ao ano. A meta do Banco Central Europeu é 2%.
Na Alemanha, a inflação ao produtor também foi recorde: 24,2% em dezembro, na comparação anual.
Hoje saiu a ata da última reunião do BCE, que confirmou a necessidade de retirada gradual dos estímulos econômicos adotados durante a pandemia, mas afastou uma subida de juros para este ano.
Os investidores também seguem na expectativa sobre a decisão dos juros nos EUA, com reunião do Federal Reserve (Fed) na próxima semana.
*Com BDM Online






