Recentemente temos recebido várias consultas, e já atendemos algumas empresas do setor de saúde.
O setor, como um todo, tem alguns problemas crônicos de gestão. A começar pela gestão de custos, gestão financeira e, principalmente, a busca do difícil equilíbrio entre os interesses financeiros e a ética médica.
De um lado temos os planos de saúde, na ferrenha luta para controlar e administrar os indicadores de sinistralidade e de outro lado os prestadores de serviços da área como hospitais, clínicas, médicos, laboratórios, centros de diagnóstico e imagem, dentistas e psicólogos.
Os planos de saúde buscam o seu equilíbrio financeiro por diversas formas: aumentos dos preços, pressão sobre os valores pagos aos prestadores dos serviços, glosas e protelação dos pagamentos ( cultura da ciranda financeira).
Já os prestadores, sufocados pelas “estratégias” dos planos buscam “otimizar” as receitas por clientes, encarecendo os custos dos atendimentos por usuário.
Já os fornecedores de materiais para o setor de saúde, balizam seus preços por cima, com base nas tabelas do SUS (melhor não me aprofundar nesse tema).
E esse passa a repassa de “custos” e preços, afugenta cada vez mais usuários dos plano, aumentando os índices de sinistralidade, e a fuga de clientes.
A verdade mais antiga do mundo dos negócios prevalece nesse setor : Quem paga mal, paga caro!
Nós mesmos aqui na HSA, recentemente trocamos o plano dos nossos colaboradores por um plano equivalente de outra operadora, e a redução do custo foi de 62%.
Por outro lado, os prestadores de serviços pouco atuam na gestão estratégica do seu negócio.
Nossa experiência recente em dois clientes, demonstrou que uma análise rápida dos custos e das estratégias operacionais, pode resultar em uma redução de quase 9% nos custos operacionais totais, diferença suficiente para o equilíbrio dos resultados.
Resumindo, oque falta mesmo é boa gestão para o setor.






