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O Economista Sincero ensina como vencer o medo de investir lá fora

O Economista Sincero ensina como vencer o medo de investir lá fora

A economia comportamental é um campo de estudo dentro da economia que busca analisar como o comportamento humano interfere nas decisões econômicas.  Uma das vertentes da economia comportamental é analisar como as pessoas investem e quais fatores influenciam a tomada de decisão. Por exemplo, sem a ajuda de profissional de investimentos e sem uma estratégia […]

A economia comportamental é um campo de estudo dentro da economia que busca analisar como o comportamento humano interfere nas decisões econômicas. 

Uma das vertentes da economia comportamental é analisar como as pessoas investem e quais fatores influenciam a tomada de decisão.

Por exemplo, sem a ajuda de profissional de investimentos e sem uma estratégia adequada, os investidores são influenciados por fatores emocionais e sociais que podem afetar o rendimento da sua carteira e até fazê-los perder dinheiro. 

E é sobre este tema que o influenciador digital Charles Wicz, mais conhecido como o Economista Sincero, vai falar no evento Invista lá Fora.

Em dois dias de palestras com grandes nomes do mercado, o Invista lá Fora irá abordar tudo o que o investidor precisa saber para internacionalizar sua carteira. Inclusive, como vencer o medo de dar esse passo a mais em seu amadurecimento como investidor.

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O Invista lá Fora acontece dias 7 e 8 de março e é totalmente gratuito. Clique aqui para fazer sua inscrição. 

banner do evento

Vencendo o medo da internacionalização

Por que não investir lá fora [nos Estados Unidos]? Os investidores brasileiros deveriam, pelo menos, olhar no exterior para avaliar as opções disponíveis, principalmente pela facilidade de se investir”, provoca Wicz.

Charles explica que, antigamente, não era fácil para um investidor comum ter ativos nos Estados, visto que essa opção só era possível para investidores qualificados.

Além disso, quem tinha o interesse de investir no mercado norte-americano era chamado de “maluco”, quando não a própria pessoa tinha a sensação de estava fazendo alguma coisa ilegal. 

Por que investir no exterior?

O Economista Sincero destaca que o interesse dos brasileiros em investir no exterior aumentou após as eleições. Só que ele alerta que o investidor não deve pensar apenas pelo viés eleitoral, mas pensar que os investimentos internacionais são uma boa opção para a proteção do capital contra a instabilidade brasileira.

Sobre a instabilidade brasileira, Wicz diz que há um histórico de crises recorrentes não apenas no Brasil, mas em diversos países da América Latina com destaque para a Argentina e Venezuela. E o investimento em economias menos instáveis seria uma forma de proteção ao capital.

Você pode me questionar que os Estados Unidos têm um risco de recessão e que estão com as maiores taxas de juros dos últimos anos. Mas você prefere ter o seu dinheiro na Nigéria? Então, essa pode ser a oportunidade de aproveitar um mercado que deve se recuperar em breve”, afirma. 

Voltando para a economia comportamental, as pessoas se sentem mais seguras em ir a lugares que já têm conhecimento.

Logo, muitos brasileiros ainda têm receio de investir no Estados por não conhecerem os ativos e a forma de tributação. 

Apesar disso, o Economista Sincero ressalta que os investidores brasileiros querem investir nos Estados Unidos. Afinal, quem não quer ter ações de empresas gigantes, como a Coca-Cola (COCA34), o McDonald’s (MCDC34) ou a Tesla (TSLA34)? Entretanto, eles “colocam um monte de impeditivos”, como não falar inglês e não compreender a tributação e “acabam ficando por aqui mesmo”.

Ainda sobre a insegurança de ir para os Estados Unidos, Charles recomenda que o investidor comece a investir aos poucos e sem pressa, com um valor baixo, pode ser R$ 100 mesmo.

Sobre os ativos, ele indica começar com os ETFs (Exchange Traded Funds), que são fundos investimentos que replicam o desempenho de determinados setores, como índices, commodities e setores.

Uma boa opção para quem está começando a investir é utilizar ETFs (Exchange Traded Funds). No exterior, os ETFs são amplamente utilizados e são como uma caixa de bombons sortidos, que reúnem várias ações em um único pacote”, recomenda. 

Por exemplo, se você deseja investir em petróleo, mas não quer acompanhar todas as empresas e as notícias relacionadas, pode optar por um ETF que tenha petróleo como lastro. Além disso, a chance de um ETF ‘quebrar’ é menor do que uma empresa individual. Portanto, comece investindo em ETFs”, recomenda. 

  • Aprenda com Charles Wicz, o Economista Sincero, e demais convidados do Invista lá Fora. Garanta sua vaga aqui.