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Vale (VALE3) faz sua primeira transação de minério de ferro via blockchain

Vale (VALE3) faz sua primeira transação de minério de ferro via blockchain

Vale (VALE3) faz sua primeira transação de minério de ferro via blockchain. Alliansce Sonae (ALSO3) informa desempenho operacional em junho de 2020.

A Vale (VALE3) informou que completou nesta quinta-feira (3), sua primeira venda de minério de ferro utilizando a tecnologia blockchain.

Segundo a companhia, um carregamento de 176 mil toneladas do produto Brazilian Blend Fines(BRBF) deixou o Terminal Marítimo Teluk Rubiah, na Malásia, e foi entregue na China para uma subsidiária da Nanjing Iron and Steel (NISCO).

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De acordo com a vale “este é um marco importante rumo à digitalização do processo de vendas ao trazer inovação para as transações que normalmente demandam um grande uso de papel e ao oferecer um nível de serviço mais elevado para os clientes, além de previsibilidade na cadeia de valor do aço.”

A companhia informou ainda que a carta de crédito foi emitida por meio da plataforma de blockchain da Contour enquanto os documentos de navegação e de embarque foram transferidos via eSS DOCS.

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Entre as vantagens nessa modalidade de transação, a Vale cita a transparência de ponta a ponta, uma redução significativa da quantidade de e-mails e papéis utilizados, além de uma melhor experiência de usuário com o acesso a uma solução única.

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Alliansce Sonae (ALSO3): desempenho em junho de 2020

A Alliansce Sonae (ALSO3) comunicou o desempenho operacional da companhia relativo ao segundo trimestre de 2020.

Desse modo, no trimestre em questão, a taxa de ocupação verificada foi de 95,2% ante uma taxa de ocupação de 95,7% no trimestre anterior.

No âmbito dos contratos comercializados, no segundo trimestre deste ano foram efetivados 27 contratos.

Em julho de 2020, 57 novos contratos estavam em análise, apontando recuperação crescente na atividade de comercialização.

Em relação às vendas médias diárias, foi apresentada a análise realizada para shoppings da companhia que reiniciaram suas atividades entre os meses de maio e junho de 2020, pelo período de pelo menos 15 dias, e que não tiveram suas atividades novamente interrompidas até o final do segundo trimestre.

Neste caso, o Parque Belém foi o Shopping que apresentou melhor desempenho com 90,3% do volume de vendas de junho de 2019.

Na outra ponta, os Shoppings de São Paulo apresentaram a maior queda no volume de vendas, correspondendo a 44,2% do volume de vendas verificado em junho de 2019.