A operadora de telefonia TIM (TIMP3) informou a aprovação da contratação de empréstimo em moeda estrangeira no montante equivalente, em reais, de até R$ 1 bilhão.
O prazo da operação é de até um ano e meio, com custo final menor ou igual a 160% CDI. Segundo a empresa, o respectivo contrato de swap tem objetivo de proteção (hedge) para cobertura do risco cambial e de taxas de juros.
Em virtude do contrato, o conselho de administração aprovou a prestação de fiança pela sociedade controladora como garantia do empréstimo e a assinatura de nota promissória pela Companhia, com aval da TIM Participações S.A. no montante de até 120% do valor do empréstimo.
As contratações poderão ser celebradas com um ou mais bancos, até o limite estabelecido, acrescentou.
Adicionalmente, os membros do conselho aprovaram a celebração de contratos de operações de swap a serem celebrados pela companhia, para cobertura do risco de taxas de juros das linhas de crédito já existentes e expostas à variação da TJLP ou IPCA, com o exclusivo objetivo de proteção (hedge).
B3 (B3SA3)
A B3 informou que os valores atribuídos por ação relacionados ao pagamento de dividendos, referentes ao exercício de 2019, foram ajustados de R$ 0,168173061 para R$ 0,16845165.
Já os valores atribuídos por ação em decorrência do pagamento de dividendos extraordinários foram ajustados de R$ 0,31754155 para R$ 0,31806758.
Segundo a B3, os valores atribuídos por ação relacionados ao pagamento de juros sobre capital próprio, referentes ao exercício de 2020, foram ajustados de R$ 0,14313796 para R$ 0,14337507 por ação – com valor líquido de R$ 0,12166727 para R$ 0,12186880
O pagamento dos dividendos e juros sobre capital próprio será realizado em 07 de abril de 2020 e dos dividendos extraordinários em 07 de maio de 2020, com base na posição acionária desta quarta-feira (25).
As ações da Companhia passam a ser negociadas na condição “ex” proventos e a partir de 26 de março de 2020.
JBS (JBSS3)
A JBS anunciou um plano de recompra de ações, que pode atingir um montante de 10% dos papéis em circulação.
AES (TIET11) e Eneva (ENEV3)
A AES Tietê comunicou a reunião extraordinária do conselho de administração em que deu continuidade ao processo de análise da oferta hostil apresentada pela Eneva em 1º de março de 2020.
Segundo o comunicado, o conselho “tomou ciência da extensão das informações faltantes para a correta avaliação da operação, inclusive a estrutura societária pretendida pela Eneva para sua implementação”.
“Tal informação, embora solicitada de forma reiterada desde a apresentação da proposta, não foi disponibilizada pela Eneva até o momento”, destacou o comunicado.
De acordo com o comunicado, a falta de informações é “essencial para que sejam cumpridos os requisitos mínimos para a convocação de uma assembleia”.
Grendene (GRND3)
O conselho de administração da Grendene deliberou pelo aumento do limite para investimentos de R$ 300 milhões para R$ 850 milhões.
Adicionalmente, a empresa informou que foi aprovado um programa de recompra de ações, de até 25.000.000 de ações ordinárias, correspondente a 9,22% das ações em circulação.
O prazo da recompra vai até 16 de setembro de 2021.
Taesa (TAEE11)
A Transmissora Aliança de Energia Elétrica – Taesa – destacou, em relação à pandemia do Covid-19, que tem sido notificada por empresas terceirizadas contratadas enfrentando dificuldades na execução de obras.
“Neste momento não é possível avaliar os reais impactos no andamento das obras, mas nada indica que o prazo exigido pela Aneel de execução do projeto será descumprido”, ressaltou.
Notre Dame (GNDI3)
A Notre Dame Intermédica teve aprovada a distribuição aos seus acionistas do dividendo mínimo obrigatório no montante total de R$ 100,6 milhões, correspondente a R$ 0,16672735 por ação de emissão da Companhia.
A partir de 26 de março as ações da companhia passarão a ser negociadas “ex-dividendos”.






