A SulAmérica (SULA11) reportou um lucro líquido de R$ 498,3 milhões no segundo trimestre de 2020. O desempenho é 91% superior ao registrado no mesmo período de 2019, com lucro de R$ 260,8 milhões.
No primeiro semestre de 2020, a companhia registrou lucro de R$ 578,1 milhões ante um lucro de R$ 484,3 milhões no mesmo período de 2019.
Resultado Financeiro
O resultado financeiro totalizou R$69,9 milhões no segundo trimestre de 2020, redução de 39,1% em relação ao mesmo período de 2019.
Segundo a companhia, esse movimento é explicado, sobretudo, por um menor resultado de investimentos, acompanhando a queda da taxa Selic nos últimos 12 meses.
Em relação ao primeiro trimestre de 2020, o indicador apresentou recuperação importante, uma vez que aquele trimestre havia sido impactado de maneira mais significativa com a desvalorização dos ativos de renda variável ocorrida até março/2020, informou a companhia.
Apesar dos efeitos negativos na linha de resultado de investimentos, a menor taxa Selic beneficiou a linha de resultado de empréstimos, que apresentou melhora de 35,1% na comparação com o segundo trimestre de 2019.
Receita da SulAmérica
A receita operacional somou R$ 5,59 bilhões no primeiro trimestre de 2020, alta de 2,8% na base anual.
Já receita operacional de seguros totalizou R$ 5,38 bilhões no período, um aumento de 3,4% em relação ao segundo trimestre de 2019.
A maior redução nas receitas foi para o segmento de capitalização que sofreu queda de 99,4%, passando de R$ 15,4 milhões em 2019 para 0,1 milhão em 2020.
A margem bruta operacional ficou em R$ 1,17 bilhões, um avanço de 110,2%.
Sinistralidade
O índice de sinistralidade da SulAmérica atingiu 69,1% no segundo trimestre de 2020, uma redução de 11,7 pontos percentuais em comparação com o mesmo período de 2019.
Na comparação com o trimestre anterior, a redução na sinistralidade foi de 12,5%
De acordo com a companhia, “em relação à sinistralidade, tivemos meses bastante atípicos no período com uma redução acentuada nas frequências de procedimentos eletivos (consultas, exames e cirurgias não urgentes), o que, no curto prazo, mais do que compensou os custos adicionais que tivemos relacionados ao diagnóstico e tratamento de beneficiários com COVID-19, aos quais atendemos em sua integralidade em parceria com nossa rede de prestadores.”
Houve aumento de 8% nos beneficiários de saúde e odonto em planos coletivos na comparação com o mesmo período do ano passado.
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