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Só deu dólar em novembro! Confira o ranking dos melhores e piores investimentos do mês

Só deu dólar em novembro! Confira o ranking dos melhores e piores investimentos do mês

Com a alta do dólar de quase 6%, ele reinou em absoluto entre os melhore investimentos do mês de novembro. A moeda norte-americana passou da marca histórica

Com a alta do dólar de quase 6%, ele reinou em absoluto entre os melhore investimentos do mês de novembro. A moeda norte-americana passou da marca histórica de R$ 4,20. O fundo imobiliário foi o segundo melhor da lista, com um crescimento de R$ 3,52. Além do ibovespa que fechou o mês com ganho de 0,95%, aos 108.233,28 pontos.

Já os títulos de renda prefixada atrelada à inflação, principalmente os de longo prazo, estiveram em baixa. Portanto, esses títulos tiveram fortes desvalorizações no mês de novembro, refletindo um aumento nas taxas de juros futuros, fenômeno que faz os preços desses papéis recuarem. Enfim, veja o ranking dos investimentos mais rentáveis de novembro.

Os melhores investimentos de novembro

Pressão no câmbio

Novembro de 2019 entrou para a história do mercado de capitais brasileiro como o mês em que o dólar à vista fechou acima de R$ 4,20 pela primeira vez. E pela segunda, terceira, quarta, quinta e sexta vezes também.

A moeda americana, que começou o novembro cotada por volta dos R$ 4, termina o mês a R$ 4,2407, puxada por uma série de fatores domésticos e internacionais. Com isso, a divisa já acumula uma valorização de 5,77% no mês e 9,54% no ano.

Ibovespa sobreviveu frente ao dólar, e bateu novo recorde

Em um mês tão agitado para dólar e juros, o mercado de ações ficou até meio apagado. Mas, o Ibovespa sobreviveu. Contudo batendo novo recorde e, depois de muitos altos e baixos, conseguindo fechar novembro com ganho de 0,95%, aos 108.233,28 pontos.

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É pouco, se pensarmos que o índice chegou a terminar um pregão acima dos 109 mil pontos pela primeira vez no início do mês. Mas, dados o avanço da moeda americana, as idas e vindas da guerra comercial entre EUA e China, a aversão a risco internacional em relação a mercados emergentes e a ausência de notícias positivas no cenário doméstico, até que foi um bom resultado.