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Small Caps Summit: tecnologia e IPOs são favoráveis para mid caps

Small Caps Summit: tecnologia e IPOs são favoráveis para mid caps

O assunto foi debatido no painel “Mid Caps: oportunidade de crescimento e mais liquidez”, no segundo dia do Small Caps Summit

A tecnologia se tornou um aliado para o crescimento das empresas. Muitas delas apostaram nesse modelo de negócio e têm crescido de forma exponencial. A realização de IPOs também tem ajudado muito. O assunto foi debatido no painel “Mid Caps: oportunidade de crescimento e mais liquidez”, no segundo dia do Small Caps Summit, nesta quarta-feira (28).

Participaram do painel, André Ribeiro, gestor e fundador da Brasil Capital; Daniel Spilberg, gestor de Estratégias de Bolsa dos Multimercados da Bahia Asset; e Welliam Wang, sócio co-responsável pela estratégia de Renda Variável na AZ Quest. A moderação foi de Alexandre Assis, Head de Alocação e Multi-Ativos da EQI Asset.

Veja a transmissão na íntegra!

Small Caps Summit: IPO para crescimento

Os IPOs tem sido um aliado para as empresas. Para Spilberg, muitas small e mid caps têm feito esse tipo de captação e se tornaram opções de investimentos.

Ele explicou que alguns fatores são observados, como oportunidade e rentabilidade. Assim, o objetivo é construir uma carteira equilibrada e diversificada.

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Small Caps Summit

Wang lembrou que apostar em empresas com baixa penetração de mercado ou potencial de crescimento também valem a pena. O setor de saúde é um exemplo citado por ele. De acordo com o sócio da AZ Quest, esse segmento tem uma taxa de penetração de 25% contra 50% de países desenvolvidos. Há, portanto, muito ainda a crescer.

Vantagens competitivas

A tecnologia é outra aliada das empresas. O fundador da Brasil Capital lembrou que as companhias precisam olhar para o futuro. Desta forma, é importante construir vantagens competitivas, como o IPO e o uso da tecnologia.

Sobre os IPOs, ele lembra que companhias hoje grandes como a CCR (CCRO3), Weg (WEGE3), entre outra não eram consideradas grandes. A partir do momento de abriram o capital, passaram a prosperar, segundo ele.

Já a tecnologia pode ajudar a criar um novo modelo de negócio e que pode ser atrativo. Ele citou o caso do Banco Inter (BIDI11). Ele diz que é o banco tem uma estratégia vencedora, graças ao novo relacionamento com clientes, sendo inclusive até superior aos grandes bancos.

Isto porque, como se trate um banco digital, não precisa investir muito em agências e nem em pessoal, pois consegue operar com um estrutura enxuta.

Cenários

Os palestrantes informaram que os cenários precisam ser analisados com cuidado. André Ribeiro lembra que, no Brasil, o cenário macroeconômico e político costuma mudar muito. Portanto, observa companhias onde pode ter ganho de market share, entre outros fatores.

Daniel Spilberg cita que o investidor pessoa física precisa ter um contato próximo com o assessor de investimentos e quais os motivos que fazem ele investir em determinada empresa.

Ele conta que aspectos sociais e ambientais são levados em conta. Mas observa também o potencial de cada empresa e o preço com o qual ela é negociada, além de possibilidade de fazer uma adequada alocação de investimentos.

Já Welliam Wang lembra que as fintechs têm apresentado boa oportunidade de disrupção na bolsa. Cita que esse processo ainda deve se acelerar nos próximos anos.

Lembra que um IPO a acontecer é o Nubank, que já possui uma grande base de cliente. E quando abrir capital deve crescer mais.

Se você quer saber mais sobre ações Small Caps, preencha o formulário abaixo que um assessor poderá entrar em contato para ofercer as melhores alternativas de investimentos.