A piora acentuada de condições financeiras ameaça a atividade, e o preço do petróleo dispara. Estas são algumas das manchetes que permeiam o noticiário desta terça-feira (31).
De acordo com o Valor Econômico, em relação à atividade, analistas acreditam em níveis ainda mais restritivos, diante do aperto monetário em curso nos EUA, o que deve afetar a economia brasileira na segunda metade do ano.
Em se tratando do petróleo, a guerra no Leste Europeu aliado ao embargo à commodity russa contribuem para o avanço do preço do ativo.
Também traz que Estados buscam acordo para reduzir ICMS. Presidente do Senado garantiu que não vai “engavetar” a proposta elaborada pelos deputados e, segundo ele, a ideia é levar o texto diretamente para o plenário ainda no mês de junho.
Já O Globo destaca que o cadastro social tem 101milhões de dados errados, diz TCU — Desorganização abre brecha para perdas da União com o pagamento indevido de benefícios.
O periódico elenca, ainda, que Ciro intensifica ataques a Lula nas redes. Trata-se da corrida presidencial.
Também traz que tragédia em Pernambuco é a pior desde 1975. Trata-se das fortes chuvas com enchentes que assolam o Estado.
O Estadão, por sua vez, informa que “Emenda Pix” destina R$ 3,2 bilhões a prefeitos em ano eleitoral — Uso da verba não é passível de fiscalização por órgãos de controle.
O jornalão elenca, ainda, que temporais mataram no Brasil mais de 500 desde o fim de 2021.
Também traz que o país tem dois casos suspeitos de varíola dos macacos sob investigação.
A Folha de S.Paulo destaca que metade dos municípios tem espera pelo Auxílio Brasil. Programa atinge recorde de 18 milhões de lares, mas demanda extrapola caixa.
O diário da Barão de Limeira elenca, ainda, que sobe a 91 número de mortos por chuvas no Grande Recife.
Também traz que internações por Covid em SP sobem 74%; vacina chega a clínicas privadas.
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Internacional
Conforme noticiado mais cedo pelo Euqueroinvestir.com, os mercados operam em queda nesta manhã de terça-feira (31) com Nova York voltando do feriado de Memorial Day, celebrado ontem, cujo evento deixou as bolsas norte-americanas fechadas.
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, prometeu apoiar o Federal Reserve (Fed, espécie de banco central) a combater a inflação.
Ele delineou uma estratégia para conter o avanço dos preços, fenômeno que encarece o custo de vida da população, antes de uma reunião com o presidente do Fed, Jerome Powell.
Já a União Europeia (EU) chegou a um consenso acerca do petróleo russo, cujo objetivo era promover nova sanção à commodity de Vladimir Putin por conta da invasão à Ucrânia.
A Região acertou um embargo parcial, com os países do bloco limitando a um terço a compra do produto de Moscou.
Do lado corporativo, as empresas começam a apostar mais na redução de custos em meio à inflação persistente nos EUA. Depois de depender principalmente de aumentos de preços, os executivos estão procurando outras maneiras de manter as margens de lucro.
Outro ponto de inflexão diz respeito aos trabalhadores de verão. A escassez deles significa que os empreendimentos voltados a esse período do ano poderão ficar fechados, de novo.
Piscinas, restaurantes e acampamentos cortam as operações, embora a demanda esteja de volta. Os custos trabalhistas são mais altos e os preços também.
Em se tratando de logística, as empresas de transporte aumentaram a capacidade, mas agora os contêineres estão presos no porto. Os operadores de navios adicionaram milhões de contêineres, mas os problemas na cadeia de suprimentos persistem à medida que portos, ferrovias e armazéns lutam para lidar com o volume.
Na Ásia, a desaceleração da China apresenta teste de credibilidade para dados econômicos. Acontece que esse fenômeno leva alguns economistas a questionar até que ponto o fluxo de dados oficiais se manterá fiel à realidade econômica à medida que o resto do ano avança.
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