Bolsonaro demite o terceiro presidente da Petrobras, e governo volta a cortar tarifa de importação. Estas são algumas das manchetes que permeiam o noticiário desta terça-feira (24).
De acordo com o Valor Econômico, em relação à petroleira, nome indicado para substituí-lo é do atual secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Caio Paes de Andrade.
Em se tratando da tarifa de importação, o jornalão elenca que o governo anunciou um novo corte de 10% em tarifas de importação, o segundo em pouco mais de seis meses. Embora faça parte de uma agenda mais ampla de abertura, o Ministério da Economia reconheceu que a medida foi adotada em caráter de urgência, por causa da inflação.
Também traz que após desistência de Doria, Tebet tenta unir o centro. Isso porque o empresário e ex-governador de São Paulo renunciou à corrida presidencial por falta de apoio de seu partido, o PSDB.
Já O Globo destaca que Doria desiste, mas partidos da 3ª via continuam divididos. Tebet fala como candidata, porém, é vista com ceticismo por alas do PSDB.
O periódico elenca, ainda, que Bolsonaro troca de novo o presidente da Petrobras.
Também traz que crítico de Bolsonaro perde vice-presidência da Câmara. Trata-se do deputado Marcelo Ramos (PSD-AM), que foi destituído ontem do cargo de vice-presidente da Câmara pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL). A medida foi tomada após o ministro Alexandre de Moraes, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revogar uma decisão liminar dada por ele mesmo no mês passado que garantia a permanência de Ramos no posto.
O Estadão, por sua vez, informa que Bolsonaro troca chefia da Petrobras pela 3ª vez e quer mudar política de preços. José Mauro Coelho ficou no cargo por 40 dias; Caio Paes de Andrade, aliado de Paulo Guedes, foi escolhido para substituí-lo.
O jornalão elenca, ainda, que intervenções do Congresso vão encarecer conta de luz em 10%.
Também traz que Doria desiste e abre caminho para Tebet.
A Folha de S.Paulo destaca que Doria desiste de candidatura e abre nova disputa no PSDB. Tucano afirma que não tinha apoio de cúpula e que abandona a corrido com o coração ferido.
O diário da Barão de Limeira elenca, ainda, que presidente da Petrobras cai após 40 dias.
Também traz que com vácuo, Lula quer usar Alckmin para atrair tucanos.
- Participe do FII Summit

Internacional
Conforme noticiado mais cedo pelo Euqueroinvestir.com, os Futuros de Nova York operam em terreno negativo nesta manhã de terça-feira (24) com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, em viagem à Ásia, onde está costurando parcerias comerciais com líderes locais.
Isso porque o movimento tem por objetivo diminuir a esfera de influência da China – segunda maior potência comercial do planeta. Até agora, uma dúzia de líderes endossaram o Indo-Pacific Economic Framework.
Outro ponto de inflexão na Região diz respeito à Coréia do Sul, cujo presidente declarou que o tempo de “apaziguar” o vizinho do norte acabou. Trata-se de uma afirmação bastante direta à Coréia do Norte e ao presidente Kim Jong-um.
Esse desenrolar mostra que a geopolítica está mudando, principalmente porque embora seja um país fechado, a Coréia do Norte é financiada pela China e, com sua postura bélica, acaba servindo como “parede invisível” para, assim, impedir o avanço do Ocidente.
Trata-se de uma cultura tentando se sobrepor à outra e, desta forma, implementar uma nova ordem, seja ela comercial, militar ou política. Ou todas juntas. Neste cenário, o investidor tem um olho no gráfico de ações e o outro no noticiário mundial.
Já na Zona do Euro, a Espanha quer fornecer gás à Região em substituição à commodity russa, por conta do conflito no Leste, cujas implicações comerciais podem colocar em xeque o aquecimento das casas em todo o Continente.
Ainda na Zona do Euro, o Banco Central Europeu (BCE) provavelmente aumentará sua taxa de juros para zero ou acima até setembro, disse a presidente Christine Lagarde, ecoando movimentos robustos do Federal Reserve (Fed, espécie de banco central dos EUA), e de outros grandes bancos centrais para eliminar gradualmente as políticas de dinheiro fácil à medida que a inflação esquenta em todo o mundo.
- Conheça nossa Planilha de FIIs






