O dólar fechou esta sexta-feira (6) em alta de 1,17%, a R$ 5,0754. Ao longo do dia a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0084 e a máxima de R$ 5,1147.
- Segunda-feira (02): +2,63%, a R$ 5,0727
- Terça-feira (3): -2,15%, a R$ 4,9635
- Quarta-feira (4): -1,21%, a R$ 4,9036
- Quinta-feira (5): +2,30%, a R$ 5,0165
- Sexta-feira (6): +1,17%, a R$ 5,0754
- Semana: +2,74%
Cenário
O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) variou 0,41% em abril, mostrando forte desaceleração da pressão da inflação em relação a março, quando havia ficado em 2,37%. O número é inferior ao consenso de mercado, que estimava taxa de 0,68%.
Com este resultado, o índice acumula alta de 6,44% no ano e 13,53% em 12 meses. Em abril de 2021, o índice havia subido 2,22% e acumulava elevação de 33,46% nos 12 meses anteriores. Os números foram divulgados nesta sexta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre).
No cenário internacional, os Estados Unidos geraram 428 mil empregos em abril, segundo o relatório Payroll (folha de pagamento não-agrícola), publicado hoje (6) pelo Departamento do Trabalho americano.
Esse número supera as previsões dos especialistas (391 mil) e apresenta o mesmo patamar de março, quando o país criou 428 mil postos de trabalho (revisados de 431 mil).
De acordo com o órgão, a geração de empregos no último mês foi liderada pelos setores de lazer, hospitalidade, manufatura, transporte e armazenagem.
Já a taxa de desemprego permanece inalterada em relação ao mês de março, marcando 3,6% e registrando 5,9 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho. O resultado, porém, está um pouco acima da projeção, que era de 3,5%.
Segundo o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, a taxa de desemprego é maior entre os adolescentes (10,2%), negros (5,9%) e hispânicos (4,1%).






