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Dólar fecha em baixa de 2,15%, a R$ 4,94 nesta terça

Dólar fecha em baixa de 2,15%, a R$ 4,94 nesta terça

O dólar fechou esta terça-feira (17) em baixa de 2,15%, a R$ 4,9429. A moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9278 e a máxima de R$ 5,0124

O dólar fechou esta terça-feira (17) em baixa de 2,15%, a R$ 4,9429. Ao longo do dia a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9278 e a máxima de R$ 5,0124.

  • Segunda-feira (16): -0,12%, a R$ 5,0516
  • Terça-feira (17): -2,15%, a R$ 4,9429
  • Semana: -2,27%

Cenário

O Monitor do PIB-FGV sinaliza crescimento de 1,5% na atividade econômica no primeiro trimestre, em comparação com o quarto trimestre de 2021, e de 1,8% em março na comparação com fevereiro. Os dois cálculos foram realizados na série com ajuste sazonal. Os números foram anunciados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta terça-feira (17).

Na comparação interanual, a economia cresceu 2,4% no 1º trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior, e 4,2% em março, em relação a março de 2021. Em termos monetários, estima-se que o acumulado do PIB no primeiro trimestre de 2022, em valores correntes, seja em torno de R$ 2,45 trilhões.

O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10), que mede a taxa de inflação de preços e serviços, desacelerou em maio, registrando variação de 0,10%. O resultado está abaixo da projeção do mercado (0,40%), além de ser inferior ao mês anterior: 2,5%.

Considerando a elevação no ano, o indicador acumula alta de 7,73%. Já no acúmulo de 12 meses, o aumento é de 12,13%.

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Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-Fipe), que mede a inflação na cidade de São Paulo, registrou alta de 1,04% na segunda quadrissemana de maio, confirmando o processo de desaceleração da pressão inflacionária.

No cenário exterior, Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), afirmou que o banco americano continuará com os aumentos nas taxas de juros, a fim de conter a inflação nos Estados Unidos. O comunicado foi feito na tarde desta terça-feira (17) no The Future of Everything Festival, evento do Wall Street Journal.

Segundo Powell, a elevação das taxas deve permanecer até o momento em que os preços caírem a níveis convincentes e o país ver indícios claros de redução nos índices de inflação. Enquanto isso não acontecer, o Fed não hesitará em continuar com os aumentos dos juros.