O dólar fechou esta quarta-feira (25) em alta de 0,18%, a R$ 4,8209. Ao longo do dia a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8058 e a máxima de R$ 4,8643.
- Segunda-feira (23): -1,41%, a R$ 4,8054
- Terça-feira (24): +0,14%, a R$ 4,8123
- Quarta-feira (25): +0,18%, a R$ 4,8209
- Semana: -1,09%
Cenário
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) caiu 3,1 pontos em maio, para 75,5 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice caiu 0,8 ponto, para 76,3 pontos. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ibre).
A queda foi influenciada pela piora das expectativas para os próximos meses, enquanto a avaliação sobre a situação atual se manteve estável. O Índice de Situação Atual (ISA) continua com 69,1 pontos e o Índice de Expectativas (IE) recuou 5,1 pontos, para 81,0 pontos, menor desde janeiro (80,7 pontos).
No cenário internacional, o principal assunto do dia foi a divulgação da ata do Fomc. Os EUA prosseguirão no processo de aumentar a taxa de juros pelo menos nas próximas duas reuniões do Fomc, cada uma delas em meio ponto percentual. Assim, o país chegará ao fim de agosto com a taxa no intervalo entre 1,75% e 2% ao ano.
A informação foi dada na ata da última reunião, realizada no último dia 4 e divulgada na tarde desta quarta-feira (25). A alta tem o objetivo de combater o avanço da inflação no país, pressionada pelo excesso de atividade econômica registrada após o controle da pandemia de cnvid-19 e pela guerra entre Rússia e Ucrânia.
Em abril, o CPI, mais usado índice de inflação norte-americano, teve taxa de 0,3%, e o acumulado dos últimos 12 meses aponta 8,3%. O núcleo do CPI, que desconsidera preços mais voláteis, como a energia e os combustíveis, está acumulado em 6,5% nos últimos doze meses, o que mostra a pressão sobre toda a economia. É o cenário mais forte de inflação enfrentado pelo país nos últimos 40 anos.






