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CNI mostra confiança de empresários em 30 setores industriais

CNI mostra confiança de empresários em 30 setores industriais

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) mostra que todos os 30 setores industriais pesquisados em agosto seguem confiantes no mercado. Os resultados setoriais da pesquisa foram divulgados nesta terça-feira (24) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Este é o quarto mês consecutivo de confiança disseminada entre os empresários, em que o Icei permaneceu acima de 50 pontos.

No último dia 11, a CNI já havia publicado os dados gerais de agosto. Conforme o resultado, o Icei cresceu 1,2 ponto em comparação com julho, chegando a 63,2.

Os indicadores do Icei variam de 0 a 100 pontos. Quando estão acima dos 50 mostram que os empresários estão confiantes. Valores abaixo de 50 pontos indicam falta de confiança do empresário.

Assim, o setor mais confiante na economia é o de máquinas e equipamentos (66,6). Em seguida, químicos (65,9), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (65,1) e produtos de metal (65).

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Por outro lado, os setores menos confiantes são bebidas (56,8), obras de infraestrutura (58,3), serviços especializados para a construção (58,5). Ainda, outros equipamentos de transporte (58,8) e manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (60,2).

Variação dos dados

Em agosto, a confiança cresceu em 21 dos 30 setores da indústria analisados, não variou em dois deles e recuou nos demais setores. No entanto, mesmo onde ocorreu queda, a confiança do setor continua elevada, acima dos 50 pontos.

A CNI destaca que em seis dos sete setores em que houve diminuição da confiança a queda foi menor que um ponto. São eles: produtos de madeira; impressão e reprodução de gravações; biocombustíveis; produtos de material plástico; equipamentos de informática, produtos eletrônicos e outros; e outros equipamentos de transporte.

O único setor que registrou queda de confiança mais intensa foi a indústria da manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos, cujo índice recuou 3,7 pontos, chegando a 60,2.

A pesquisa da CNI consultou 2.383 empresas entre 2 e 11 de agosto, sendo 949 pequenas empresas, 860 médias e 574 de grande porte.

*Com Agência Brasil