Companhias aéreas poderão ter prejuízo líquido de cerca de R$ 202 bilhões entre abril e junho deste ano. É o que prevê a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata). O motivo é a queda do número de passageiros e as restrições que os governos devido ao novo coronavírus, informou o site R7.
O prejuízo representa uase um terço dos R$ 700 bilhões que o governo federal planeja injetar na economia brasileira, comparou a reportagem. Mas a dimensão da crise está além de tudo que o setor já vivenciou. A iformação é do diretor-geral da Iata, Alexandre de Juniac.
“Estamos trabalhando em um cenário de severas restrições de viagem, com [a perspectiva de] duração de três meses. [Ao longo do ano] Isso reduzirá as receitas da indústria em US$ 252 bilhões [ou mais de de R$ 1,3 trilhões] em comparação a 2019”, enfatizou.
Uso de caixa
Desta forma, as companhias aéreas gastarão US$ 61 bi (R$ 316 bilhões) de suas reservas de caixa n o segundo trimestre do ano, disse Juniac.
“É uma queda vertiginosa nos saldos de caixa. Quando 70% da sua empresa desaparece da noite para o dia, não há redução de custos que possa preencher adequadamente estas lacunas.”, explicou,
Todavia, a situação não piorou devido ao transporte de carga não foi integralmente afetado. Embora esteja operando em níveis reduzidos.






