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Minério de ferro recua em Dalian

Minério de ferro recua em Dalian

Os mercados globais iniciaram esta quarta-feira em clima de cautela, refletindo as preocupações dos investidores

O minério de ferro recuou 0,57% nesta quarta-feira (3), na bolsa de Dalian (DCE), na China. Com isso, a tonelada ficou em US$ 115,34.  

Os mercados globais iniciaram esta quarta-feira em clima de cautela, refletindo as preocupações dos investidores com o aumento das tensões no Oriente Médio e os impactos das novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos a diversos parceiros econômicos. Enquanto as bolsas asiáticas encerraram o pregão sem direção única, os principais índices europeus operavam em queda nas primeiras horas do dia.

Na Ásia, o destaque positivo ficou com a bolsa de Tóquio, que avançou 2,5%, beneficiada por movimentos de recuperação e pelo desempenho de empresas exportadoras. Em contrapartida, Hong Kong recuou 1,56%, pressionada pelas incertezas em torno do comércio internacional e da economia chinesa. Já o índice de Shanghai registrou alta mais modesta, de 0,22%.

Foco em tarifas

O foco dos investidores permanece voltado para as novas medidas tarifárias anunciadas pelos Estados Unidos, que atingem economias importantes como Japão, China, Brasil e União Europeia, o que também pressiona o minério de ferro. As medidas elevam as preocupações sobre possíveis impactos no comércio global e no ritmo de crescimento econômico dos principais países.

Na Europa, os mercados reagiam negativamente ao cenário. Pela manhã, o índice de Frankfurt recuava 1,1%, enquanto Londres e Paris registravam perdas de 0,45% cada. O índice Euro Stoxx 50, que reúne as principais empresas da zona do euro, caía 0,64%.

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Nos Estados Unidos, os contratos futuros também apontavam para uma abertura cautelosa. O futuro do S&P 500 apresentava queda de 0,11%, refletindo a busca dos investidores por maior clareza sobre os desdobramentos geopolíticos e econômicos.

Entre as commodities, o petróleo voltou a ganhar força diante dos receios de interrupções na oferta global em meio às tensões no Oriente Médio. O barril do Brent subia 2,37%, sendo negociado a US$ 98,28.

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