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FGV: IGP-M arrefece a 0,35% na segunda leitura de janeiro

FGV: IGP-M arrefece a 0,35% na segunda leitura de janeiro

O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) arrefeceu a 0,35% na segunda leitura de janeiro, conforme levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV). A pesquisa mostra que na mesma leitura em dezembro, o IGP-M foi 0,77%, conforme dados divulgados na manhã desta quinta-feira (19). Vale destacar que este indicador é usado para medir a inflação de […]

O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) arrefeceu a 0,35% na segunda leitura de janeiro, conforme levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV).

A pesquisa mostra que na mesma leitura em dezembro, o IGP-M foi 0,77%, conforme dados divulgados na manhã desta quinta-feira (19).

Vale destacar que este indicador é usado para medir a inflação de vários estágios da economia, desde os preços pagos no atacado até o consumidor final.

Osa demais índices que compõem o IGP-M ficaram assim:

  • IPA-M marca 0,33% ante 0,90% na mesma leitura de dezembro;
  • IPC-M avança 0,42% ante igual valor em dezembro;
  • INCC-M fica em 0,35% ante 0,38% na leitura do mês anterior.
Imagem mostra um motorista abastecendo seu carro.

Inflação pelo Focus

Importante lembrar que no dia 16 de janeiro de 2023 o Banco Central (BC) divulgou o Boletim Focus, projetando inflação e juros maiores em 2023, com Produto Interno Bruto (PIB) menor.

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Trata-se de um compilado da opinião de economistas consultados pela autoridade monetária e o objetivo é acompanhar os possíveis cenários para a economia brasileira.

Em relação à inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), esta avança de 5,36% a 5,39% em 2023, e permanece 3,70% em 2024.

Em se tratando dos juros, que no Brasil são indicados pela taxa básica Selic, esta avança de 12,25% para 12,50% em 2023, mas permanece em 9,25% em 2024.

O PIB, por sua vez, recua de 0,78% para 0,77% em 2023, e permanece em 1,50% em 2024, conforme a última leitura.

Por fim, o câmbio permanece R$ 5,28 em 2023, e permanece R$ 5,30 em 2024.

Salário mínimo

Ontem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu que o reajuste do salário mínimo deve ser feito anualmente de forma a acompanhar o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto).

Essa deve ser uma premissa do grupo de trabalho que foi instituído pelo governo com a participação de uma série de ministérios: Trabalho e Emprego, Fazenda, Planejamento e Orçamento, Previdência Social, Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Secretaria-Geral e Casa Civil da Presidência.

Conforme noticiado pelo EuQueroInvestir, as centrais sindicais apresentaram o pedido de um reajuste complementar para o salário mínimo deste ano, no valor de R$ 1.343. O número segue as regras que vigoraram entre 2007 e 2019, com o INPC de 2022, calculado em 5,93%, e mais o crescimento do PIB de 2020, de 4,6%. O salário mínimo em vigor é de R$ 1.302,00.

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