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Novos pedidos de seguro-desemprego nos EUA sobem a 216 mil, ante projeção de 222 mil

Novos pedidos de seguro-desemprego nos EUA sobem a 216 mil, ante projeção de 222 mil

Os novos pedidos de seguro-desemprego nos EUA subiram a 216 mil, ante projeção de 222 mil, segundo dados do departamento de trabalho do país divulgados hoje. O volume diz respeito à semana encerrada em 17 de dezembro, e o nível da semana anterior foi revisado para cima em 3 mil, de 211 mil para 214 […]

Os novos pedidos de seguro-desemprego nos EUA subiram a 216 mil, ante projeção de 222 mil, segundo dados do departamento de trabalho do país divulgados hoje.

O volume diz respeito à semana encerrada em 17 de dezembro, e o nível da semana anterior foi revisado para cima em 3 mil, de 211 mil para 214 mil.

Já a média móvel de 4 semanas foi de 221.750, uma queda de 6.250 em relação à média revisada da semana anterior, e a média da semana anterior foi revisada para cima em 750, de 227.250 para 228 mil.

Gráfico mostra o avanço dos pedidos de seguro-desemprego nos EUA.

Novos pedidos de seguro-desemprego nos EUA

De acordo com o levantamento, o avanço da taxa de desemprego segurado ajustada sazonalmente foi de 1,2% na semana encerrada em 10 de dezembro de inalterado em relação à taxa não revisada da semana anterior.

Já o número de adiantamento para segurados ajustados sazonalmente durante a semana encerrada em 10 de dezembro foi de 1.672.000, uma queda de 6.000 em relação à semana anterior.

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Enquanto isso, o nível da semana anterior foi revisado em alta de 7.000, de 1.671.000 para 1.678.000, e a média móvel de 4 semanas foi de 1.657.250, um aumento de 30.250 em relação à média revisada da semana anterior.

A média da semana anterior foi revisada aumentou em 1.750 de 1.625.250 para 1.627.000.

Gráfico mostra o avanço dos pedidos de seguro-desemprego nos EUA.

Dados não ajustados

Em se tratandos dos dados não ajustados, o número antecipado de reivindicações iniciais reais em programas estaduais, sem ajustes, totalizou 247.867 na semana encerrada 17 de dezembro, uma queda de 4.064 (ou -1,6%) em relação à semana anterior.

Os fatores sazonais esperavam uma queda de 6.410 (ou -2,5%) em relação à semana anterior. Houve 255.021 reclamações iniciais na semana comparável de 2021.

Já a taxa de desemprego segurado avançada não ajustada foi de 1,1% durante a semana encerrada em 10 de dezembro, inalterada da semana anterior, e o nível não ajustado avançado de desemprego segurado em programas estaduais totalizou 1.597.223, um aumento de 85.084 (ou 5,6%) em relação à semana anterior.

Por fim, os fatores sazonais esperavam um aumento de 90.628 (ou 6,0 por cento) da semana anterior. Um ano antes, a taxa era de 1,4% e o volume era de 1.827.628.

Tá, e daí?

A importância desse indicador, como todos os outros, é que ele é um termômetro da economia do país e ajuda a autoridade monetária a encontrar pistas acerca do mercado de trabalho, elevação do custo de vida e outros pormenores que podem contribuir para uma aceleração econômica ou desaceleração.

O panorama atual dos EUA, por exemplo, com inflação anual acima dos 8% obriga o banco central a elevar a taxa de juros para conter o avanço dos preços e o mercado de trabalho também reflete na inflação.

Se há mais gente trabalhando, provavelmente haverá mais consumo e isso em um cenário de inflação é desafiador. Neste contexto, é necessário aumentar os juros.

Na outra ponta, com menos gente trabalhando, a tendência é de que o consumo das famílias venha a diminuir, o que faz com que a inflação recue.

Por isso, o governo e suas autarquias estão sempre buscando o ponto de equilíbrio. O ideal seria pleno emprego com inflação baixa, mas isso nem sempre é o que acontece.

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