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Ministra Cármen Lúcia assume presidência do TSE

Ministra Cármen Lúcia assume presidência do TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) elegeu a ministra Cármen Lúcia como nova presidente da Corte, substituindo Alexandre de Moraes. Veja!

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) elegeu a ministra Cármen Lúcia como nova presidente da Corte na terça-feira (7). Ela assume o lugar de Alexandre de Moraes a partir de junho.

Cármen Lúcia estará à frente da Justiça Eleitoral nas eleições municipais deste ano. Nunes Marques foi definido vice-presidente.

A escolha da presidência do TSE é simbólica. Por tradição, assume a posição de presidente o magistrado do Supremo Tribunal Federal (STF) com mandato há mais tempo na Corte.

Ao passar o posto à colega, Moraes afirmou: “Grande alegria e honra passar a presidência do TSE para amiga, professora ministra Cármen Lúcia. Por uma feliz coincidência, posso passar o bastão para aquela ministra, a minha presidente que, em 22 de março de 2017, pouco mais de sete anos atrás, me deu posse no Supremo Tribunal Federal”.

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Esta é a segunda vez que Cármen Lúcia chefiará o TSE. Em 2012, a ministra tornou-se a primeira mulher na história do Brasil a liderar a Justiça Eleitoral.

Após o anúncio do resultado da eleição, a ministra disse que se comprometerá a “honrar a Constituição, as leis da República” e para que a “Justiça Eleitoral continue a cumprir sua função em prol da democracia brasileira“.

Cármen Lúcia compõe o plenário do TSE desde agosto de 2020, quando tomou posse como ministra substituta. Dois anos depois, foi empossada ministra efetiva do órgão.

Cármen Lúcia é ministra desde 2006

Cármen Lúcia, de 70 anos, é ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) desde 2006, quando foi indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para substituir Nelson Jobim.

Em 2009, já no STF, tomou posse como ministra efetiva do TSE e como presidente da Corte três anos depois. Ela integrou o plenário da Justiça Eleitoral até 2013, quando foi substituída pelo ministro Gilmar Mendes.

Entre 2016 e 2018, foi presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).