O dólar fechou esta terça-feira (15) em alta de 0,76%, a R$ 5,1591. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0941 e a máxima de R$ 5,1691.
- Segunda-feira (14): +1,30%, a R$ 5,1200
- Terça-feira (15): +0,76%, a R$ 5,1591
- Semana: +2,06%
Cenário
Nesta terça-feira (15), o governo informou que um decreto está para ser editado que irá zerar as alíquotas do IOF – Imposto sobre Operações Financeiras – sobre operações de câmbio até 2028.
Hoje em dia, a alíquota sobre essas operações é de 6,38%. Segundo o Ministério da Economia, a redução será gradual e alinhará o Brasil ao Código de Liberalização de Capitais da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Com relação aos indicadores, em janeiro, a indústria brasileira recuou em 10 dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com a autarquia, a queda de 2,4% da produção industrial nacional na passagem de dezembro de 2021 para janeiro de 2022, na série com ajuste sazonal, teve perfil disseminado de taxas negativas.
Nos Estados Unidos, o Índice de Preços ao Produtor (PPI) subiu 0,8% em fevereiro, segundo o Bureau of Labor Statistics. Apesar do avanço no segundo mês do ano, ele ficou abaixo da expectativa do mercado, que era um avanço de 0,9%.
De acordo com a pesquisa, a tendência altista seguiu o crescimento de 1,2% em janeiro e 0,4% em dezembro de 2021. Em uma base não ajustada, os preços de demanda final subiram 10% nos últimos 12 meses.
Na China, surge uma nova preocupação com relação ao coronavírus. Em Shenzhen, no sul do país, 17,5 milhões de pessoas entraram em isolamento por pelo menos uma semana por conta de um nova variante, batizada de BA.2.
A medida anunciada no domingo (13) foi adotada diante da alta de casos na região, que é um importante porto e centro tecnológico do país e fornece insumos para a indústria do mundo todo.
Os mercados reagiram com pessimismo à notícia de novos lockdowns, que dificultam a retomada do crescimento econômico e trazem ainda mais problemas à cadeia de suprimentos e ao problema da inflação. No entanto, as autoridades de saúde vêm, até aqui, minimizando a gravidade da situação.





