O Índice do Setor Industrial (INDX) tem como objetivo capturar o desempenho dos ativos mais ativos e representativos no setor industrial.
Ele engloba áreas como materiais básicos, bens industriais, consumo cíclico, consumo não cíclico, tecnologia da informação e saúde.
Resultado de uma parceria entre a FIESP e a B3, o INDX é formado por ações e units.
Para ser incluído, um ativo deve estar entre os 150 mais negociados nas três carteiras anteriores, além de ter presença em pregão de pelo menos 95% no mesmo período.
Ativos que passam por Oferta Pública durante as três carteiras anteriores podem fazer parte do índice, desde que a oferta tenha ocorrido antes do rebalanceamento mais recente.
Além disso, o ativo deve manter uma presença em pregão de 95% desde o início da negociação.
Excluem-se do índice ativos considerados “penny stocks”, negociados a menos de R$ 1. BDRs, ativos de empresas em recuperação judicial ou extrajudicial, bem como empresas em regime especial de administração temporária e intervenção, não são parte do INDX.
O INDX é um índice de retorno total, buscando refletir não apenas as variações nos preços dos ativos ao longo do tempo, mas também o impacto que a distribuição de proventos pelas empresas emissoras desses ativos teria no retorno global do índice.
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