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Telefônica Vivo (VIVT3) tem resultado em linha com BTG (BPAC11)

Telefônica Vivo (VIVT3) tem resultado em linha com BTG (BPAC11)

Relatório do banco BTG Pactual (BPAC11) relatou que os resultados da Telefônica Vivo (VIVT3), no 2TRI22, ficaram em linha com as estimativas do banco, mas abaixo das estimativas do consenso. Mas o banco mantém recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 64. Segundo o banco de investimentos, a receita orgânica de serviços cresceu 6,6% para […]

Relatório do banco BTG Pactual (BPAC11) relatou que os resultados da Telefônica Vivo (VIVT3), no 2TRI22, ficaram em linha com as estimativas do banco, mas abaixo das estimativas do consenso. Mas o banco mantém recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 64.

Segundo o banco de investimentos, a receita orgânica de serviços cresceu 6,6% para R$ 10,8 bilhões, o maior crescimento em 8 anos. O segundo trimestre, de acordo com o banco, marcou o primeiro trimestre com assinantes da Oi Mobile consolidados nos resultados da Vivo. Estima-se que os clientes da Oi tenham adicionado R$ 370 milhões em receita, impulsionando o crescimento da receita de serviços para 10,3% (em linha com o BTG e acima do consenso).

“O EBITDA foi de R$ 4,6 bilhões, com redução de 1,0p.p. a/a na margem para 38,7% (em linha com nossa projeção, mas abaixo do consenso), principalmente pressionado pela alta inflação e mais vendas de aparelhos (que pressionam a margem). E, finalmente, as despesas com juros mais altas explicam o lucro de R$ 746 milhões (aproximadamente 45% a/a, acima de nossas estimativas e bem abaixo do que o consenso esperava)”, apontou relatório BTG.

Telefônica Vivo (VIVT3): receita de telefonia fixa cresce, embora em um ritmo mais lento

As receitas de telefonia fixa da Telefônica Vivo cresceram pelo quarto trimestre consecutivo -aumento de 1,7% – embora em um ritmo mais lento. A receita de FTTH (Fibra) foi de R$ 1,3 bilhão. Por sua vez, as receitas nos negócios legados (voz, xDSL e TV paga DTH) caíram 17% frente ao mesmo período do ano passado. Segundo o BTG, as receitas de FTTH e IPTV representam participação cada vez maior na operação fixa da empresa (45% neste trimestre ante 38% no 2TRI21).

“A Vivo adicionou 0,5 milhão de novas casas passadas (chegando em 21 milhões) e conectou 211 mil clientes no trimestre, atingindo a marca de 5,0 milhões de clientes FTTH, tornando-se o provedor de FTTH nº 1 no Brasil. Dados corporativos e receitas de TI também se destacaram ( 13% a/a)”, aponta outro trecho do relatório.

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Maior crescimento da receita móvel em 10 anos

As receitas provenientes da telefonia móvel pós-pago (80% das receitas de serviço móvel) e as receitas de pré-pago cresceram 14% frente ao trimestre anterior e 18% frente ao 2TRI21, auxiliadas pela aquisição de clientes da Oi.

O MSR orgânico cresceu 9,4%, o maior em 10 anos. A empresa de telefonia começou a ajustar seus preços em março, pouco impactando o crescimento do MSR no 1T22, mas impulsionando o do 2T. O ARPU (Receita Média por Usuário) pós-pago e pré-pago diminuiu 4,0% e 5,7% a/a.

“Por outro lado, o churn do pós-pago da Vivo foi o menor já registrado, de 1,1% ao mês, ou seja, a operadora está conseguindo fidelizar seus clientes – fundamental para uma empresa em plena migração de clientes advindos da Oi”, finalizou o relatório.

Resultado no 2TRI22

A Telefônica Vivo (VIVT3) registrou lucro líquido de R$ 746 milhões no segundo trimestre do ano (2TRI22) ante R$ 1,345 bilhão do mesmo período do ano passado. Isso significa uma redução de 44,6%.

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