O Bradesco BBI revisou suas estimativas para a SmartFit (SMFT3) e elevou o preço-alvo para R$ 30, com aumento de 11% no lucro líquido projetado para 2026. A análise é assinada pelos analistas Pedro Pinto e Flávia Meireles. O potencial de valorização é de aproximadamente 63%.
Os dados do monitor MarketFit Compass de maio mostraram a companhia encerrando o mês com 2.181 academias, adicionando 14 unidades na comparação mensal.
Brasil avança com repricing e TotalPass mais premium
O ambiente competitivo no Brasil seguiu aquecido, com 25 novas unidades abertas por concorrentes em maio e 150 no acumulado do ano. Os indicadores de sobreposição e canibalização em raio de até 1 km apresentaram leve melhora.
“A melhora nos indicadores de densidade e canibalização, combinada ao reposicionamento de preços e ao avanço do TotalPass em categorias mais premium, cria um ciclo virtuoso de ganho de margem ainda não totalmente precificado”, avaliam Pinto e Meireles.
México pressiona, mas Brasil carrega a tese
No México, a expansão desacelerou com zero novas aberturas no período. O lucro bruto por unidade caiu 13% na comparação anual em 2025.
“O México segue sendo o calcanhar de Aquiles do case — mas o Brasil compensa com força, e é ele que carrega a tese de crescimento da companhia no médio prazo”, afirmam os analistas.
As academias maduras no Brasil mantiveram dinâmica sólida no mês.
“A combinação de expansão consistente, pricing mais assertivo e retorno nas unidades maduras sugere que a SmartFit está executando bem sua estratégia, justificando o novo preço-alvo de R$ 30”, concluem Pinto e Meireles.






