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Romi (ROMI3): lucro operacional ajustado desaba 86% no 1TRI24

Romi (ROMI3): lucro operacional ajustado desaba 86% no 1TRI24

Romi (ROMI3) apresenta queda no lucro e receita no 1TRI24. Apesar disso, destaca crescimento na entrada de pedidos e locação de máquinas. Saiba mais

A Romi (ROMI3) deu o pontapé inicial para a temporada de balanços do primeiro trimestre de 2024 (1TRI24). Mesmo estreando este período, os resultados não foram tão animadores. 

O lucro operacional ajustado da Romi foi de R$ 4,098 milhões, uma queda de 86,7% em comparação ao 1TRI23.O recuo no lucro também pode ser observado na comparação trimestre a trimestre, com uma queda de 90,7%.

A receita operacional líquida atingiu R$ 208,514 milhões, representando uma diminuição de 19,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Este declínio também apareceu na comparação trimestral, com uma redução de 46,1%.

Segundo a Romi, a queda ocorreu devido à redução do faturamento de peças fundidas e usinadas para os segmentos de energia e agrícola.

O Ebtida ajustado seguiu a mesma tendência. O Ebitda ajustado foi de R$ 18,211 milhões, uma regressão de 59,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Este declínio também foi evidente na comparação trimestral, com uma queda de 68,4%.

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Principais dados do balanço financeiro da Romi (ROMI3)

Romi faz outros destaques em seu balanço

Apesar dos resultados acima, a Romi fez alguns destaques positivos. 

Segundo a empresa, a entrada de pedidos de locação de máquinas apresentou crescimento de 128,6% no 1TRI24, quando comparada com o 1TRI23. A entrada de pedidos consolidada apresentou crescimento de 14,7%, quando comparada ao 1TRI23, com destaque para o negócio da Unidade de Máquinas B+W.

Na Unidade de Máquinas B+W, a receita operacional líquida em reais apresentou evolução de 141,6%, e as margens bruta e operacional tiveram crescimento de 18 p.p. e 55 p.p., respectivamente, quando comparadas ao primeiro trimestre de 2023.

No 1TRI24, foram locadas 96 novas máquinas (42 máquinas no 1T23), crescimento de 128,6%, quando comparada com o mesmo período de 2023, demonstrando a consolidação desse novo negócio.

A carteira de pedidos, ao final do 1TRI24, atingiu R$595,3 milhões, crescimento de 4,5% e 20,8%, quando comparada ao 1T23 e 4T23, respectivamente.

A geração de caixa, no 1TRI24, foi de R$16,1 milhões, reduzindo a dívida líquida para R$62,9 milhões.

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