Os administradores judiciais, que atuam no âmbito da recuperação da Light (LIGT3) pediram honorários de aproximadamente R$ 54,6 milhões. Esse montante equivale a um percentual de 0,49% do endividamento total da empresa carioca.
Segundo informação da coluna do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, a Liks alega que o processo envolve uma alta complexidade com relação ao pagamento aos credores e preços praticados no mercado.
São 12 credores com as qusis a empresa irá lidar. Entre eles, bancos como Bradesco (BBDC4) e Santander (SANB11), além de gestoras como o BY Mellon, Oliveira Trust, Simplifc, Vórtx, Pentagono, Virgo, entre outros.
Na última quarta-feira (12), a empresa de energia havia recebido um pedido da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) explicações sobre porque não divulgou em fato relevante a intimação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sobre o processo.
Isto ocorre porque notícia divulgada na mídia informava que a empresa carioca apresentou um plano de resultados e que, segundo matéria publicada pelo Valor Econômico, não teria dado condições para assegurar a confiabilidade da concessão.
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