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Ibovespa hoje fecha em queda com cautela no exterior

Ibovespa hoje fecha em queda com cautela no exterior

O principal índice da B3 fechou em queda de 0,20%, aos 173.371 pontos

O Ibovespa hoje encerrou o pregão em leve queda, refletindo a cautela dos investidores diante do cenário externo, marcado pela escalada das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã. Apesar da baixa da bolsa brasileira, o dólar perdeu força frente ao real, favorecido pela nova alta dos preços do petróleo, que beneficia moedas de países exportadores de commodities.

O principal índice da B3 fechou em queda de 0,20%, aos 173.371 pontos, depois de oscilar entre a mínima de 173.221 pontos e a máxima de 174.310 pontos. O volume financeiro negociado somou R$ 15,8 bilhões.

No mercado de câmbio, o dólar à vista caiu 0,42%, encerrando cotado a R$ 5,0896. Ao longo da sessão, a moeda norte-americana variou entre R$ 5,0817 e R$ 5,1152.

Petróleo impulsiona moedas de exportadores

A valorização do petróleo ajudou a fortalecer moedas de países exportadores da commodity, como o Brasil. O movimento contribuiu para a queda do dólar, mesmo em um ambiente de maior aversão ao risco nos mercados internacionais.

No cenário doméstico, os investidores também acompanharam a divulgação da balança comercial. O Brasil registrou superávit de US$ 526 milhões na terceira semana de julho, elevando o saldo positivo acumulado no mês para US$ 4,95 bilhões.

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Bolsas dos EUA fecham em baixa

No exterior, os principais índices de Wall Street também encerraram o dia no vermelho, pressionados pela alta do petróleo após novos confrontos militares envolvendo Estados Unidos e Irã.

O S&P 500 recuou 0,19%, enquanto o Dow Jones Industrial Average fechou com perda de 0,05%.

As ações da Apple estiveram entre os destaques negativos do pregão, com queda superior a 2%, contribuindo para limitar o desempenho do mercado norte-americano.

Com o cenário internacional mais defensivo, o Ibovespa hoje acompanhou o movimento de cautela dos investidores, embora a valorização do petróleo tenha ajudado a sustentar o real e limitado a pressão sobre os ativos brasileiros.

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