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Copasa define primeira agenda de resultados após privatização

Copasa define primeira agenda de resultados após privatização

A companhia informou que as Informações Trimestrais (ITRs) e o release de resultados serão publicados em 12 de agosto

A Copasa (CSMG3) definiu o cronograma para a divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2026, o primeiro após a conclusão de seu processo de privatização. A companhia informou que as Informações Trimestrais (ITRs) e o release de resultados serão publicados em 12 de agosto, após o fechamento do mercado.

Além da data de divulgação, a empresa anunciou que o período de vedação para negociação de valores mobiliários terá início em 28 de julho e seguirá até 12 de agosto, abrangendo administradores, acionista controlador, membros dos conselhos e demais pessoas sujeitas à Política de Divulgação de Informações da companhia.

Segundo a Copasa, para o acionista controlador, administradores, integrantes do Conselho Fiscal, Comitê de Auditoria Estatutário e pessoas ligadas, a proibição de negociação independe do conhecimento prévio das informações financeiras.

Já para empregados, consultores, auditores independentes, analistas de empresas de classificação de risco e outros profissionais vinculados à companhia, a vedação será aplicada apenas caso tenham acesso ao conteúdo das demonstrações financeiras antes da divulgação oficial.

Período de silêncio a partir de 28 de julho

A empresa também estabeleceu o período de silêncio entre 28 de julho e 12 de agosto. Durante esse intervalo, as pessoas abrangidas pela política da companhia não poderão se manifestar publicamente sobre os resultados financeiros, permanecendo autorizada apenas a divulgação de informações que não estejam relacionadas ao desempenho do trimestre.

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A teleconferência de resultados será realizada em 14 de agosto, às 15h, com apresentação em português e tradução simultânea para o inglês. Os detalhes de acesso ao evento serão divulgados posteriormente pela companhia.

Parceria com Equatorial

A Copasa e Equatorial (EQTL3) têm perspectivas consideradas promissoras pela frente, com a primeira tendo a segunda como acionista de referência. Para o banco Safra, a privatização representa o início de uma nova fase para a companhia mineira, enquanto a aquisição abre uma oportunidade relevante de expansão no segmento de saneamento em um estado com elevado potencial de crescimento.

“A confirmação da Equatorial como investidora de referência da Copasa reforça nossa confiança no cenário otimista de R$ 80 por ação, principalmente devido ao histórico consistente da empresa em processos de reestruturação e ganho de eficiência operacional”, relatou o Safra.

Em 11 de junho, o processo de privatização da Copasa foi concluído, com a realização do bookbuilding e a precificação da oferta subsequente (também chamada de follow-on) em R$ 49,03 por ação, em linha com a proposta da Equatorial. A companhia foi confirmada como acionista de referência da empresa de saneamento mineira, com participação de 30%, o que representa um investimento de R$ 5,6 bilhões.