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Como o Nubank se apoia em IA para transformar processos

Como o Nubank se apoia em IA para transformar processos

Segundo o BTG, essa busca reforça a mensagem da administração de que a inteligência artificial não deve ser vista apenas como uma ferramenta de eficiência

O Nubank (ROXO34) está buscando usar a inteligência artificial (IA) como uma camada estratégica em todo o modelo operacional da companhia, no motor de crédito e na experiência dos clientes. Relatório do BTG Pactual (BPAC11) resume as formas como o banco digital está tentando usar a ferramenta de uma nova forma.

Segundo o BTG, essa busca reforça a mensagem da administração de que a inteligência artificial não deve ser vista apenas como uma ferramenta de eficiência, mas como uma “superpotência” estrutural capaz de remodelar a forma como a instituição desenvolve produtos, gerencia riscos e aprofunda o relacionamento com seus clientes.

“A principal mensagem foi a distinção entre adoção de IA e transformação por IA. A adoção significa adicionar copilotos, assistentes de chat ou agentes inteligentes aos fluxos de trabalho existentes. Já a transformação envolve redesenhar processos e produtos desde os primeiros princípios, assumindo que a IA pode executar uma parcela relevante das tarefas”, diz parte do relatório do BTG.

Nubank: IA como movimento de disrupção

O BTG explicou que, em videocast realizado pelo Nubank, nNa visão da administração, esse momento se assemelha à disrupção original promovida pelo Nubank no setor bancário. Ou seja, a empresa não digitalizou a agência bancária tradicional, mas reconstruiu a experiência financeira sobre uma nova arquitetura tecnológica. Essa mesma lógica agora está sendo aplicada à inteligência artificial, com o Nubank buscando repensar fluxos de trabalho e produtos sob um modelo “AI-first”.

O BTG informou ainda que o Nubank enfatizou que o modelo fornece sinais mais precisos, enquanto as decisões de crédito continuam baseadas em critérios de risco ajustado e valor presente líquido (NPV). A tolerância ao risco permanece definida por políticas de negócio, controles independentes de risco, testes de equidade e padrões de explicabilidade.

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“Por fim, a discussão posicionou a inteligência artificial como um dos principais motores de inovação de produtos, monetização e alavancagem operacional”, informou trecho do relatório.