O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) instaurou um inquérito administrativo contra a Petrobras (PETR4) para apurar indícios de práticas anticompetitivas na venda de gás natural às usinas termelétricas durante a crise hídrica de 2021.
A autarquia solicitou a 50 usinas informações sobre custo médio de compra de combustíveis para a geração de energia elétrica e cópia de contratos de venda para distribuidoras.
O Cade indagou a Petrobras sobre os tipos de combustíveis fornecidos às UTE, cópia dos contratos e preço mensal cobrado nos últimos três anos.
Depois da análise, iniciada em 2021, e das apurações compartilhadas pela Aneel e pela ANP, o Cade considerou que existem indícios de infração da ordem econômica.
Petrobras (PETR4): sobre assédio
A Petrobras deverá exigir dos fornecedores que tenham políticas rígidas em relação a denúncias de assédio moral e sexual dentro das empresas. A existência de regras contra esses casos deploráveis será determinante para a manutenção ou a assinatura de novas parcerias com a petrolífera.
Vale lembrar que na primeira quinzena de julho a petroleira informou ter comprovado 10 casos de assédio sexual e importunação sexual de um conjunto de 81 denúncias feitas entre 2019 e 2022.
Isso porque após um grupo de comunicação mostrar dezenas desses relatos feitos por funcionárias da empresa, a Petrobras decidiu, em abril de 2023, promover um raio-x nos casos que foram levados à ouvidora a partir de 2019 –ano em que as apurações passaram a ser centralizadas pela ouvidoria.
Cerca de dois meses depois, a empresa afirma ter concluído a investigação de 80 casos –há uma apuração ainda não encerrada. Em dez casos, a empresa diz ter comprovado total ou parcialmente os fatos relatados — o equivalente a 12,34% do total de denúncias registradas na ouvidoria.
Bolsa
Por volta das 15h15 a ação PETR4 subia 13,13%, cotada em R$ 31,48.

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