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Ações em queda: o que fazer com CASH3, IRBR3, COGN3? Descubra em nosso artigo!

Ações em queda: o que fazer com CASH3, IRBR3, COGN3? Descubra em nosso artigo!

Redação EuQueroInvestir

Redação EuQueroInvestir

08 Jun 2022 às 15:07 · Última atualização: 03 Ago 2022 · 8 min leitura

Redação EuQueroInvestir

08 Jun 2022 às 15:07 · 8 min leitura
Última atualização: 03 Ago 2022

ações em queda

O que fazer com ações em queda como CASH3, IRBR3, COGN3?

Recentemente o valor de diversas ações teve desempenho ladeira abaixo. Algumas companhias se recuperaram, como o setor de commodities, por exemplo. Já outras, ainda estão sofrendo e permanecem com cotações bem baixas.

O artigo a seguir fala sobre esse tema. Acompanhe o texto para saber exatamente o panorama atual de Méliuz, IRB Brasil e Cogna.

Confira!

Porque a cotação das ações na bolsa caem?

O mercado de risco está exposto a diversos fatores que o influenciam. Estes, podem elevar a cotação dos ativos ou baixá-los.

Como principais razões para um mercado entrar em movimento descendente, podemos citar as crises econômicas, maior força dos vendedores, riscos políticos e posições contracionistas de determinados governos.

Já quando falamos em empresas específicas, uma crise setorial pode derrubar o preço de suas cotações. A má gestão também pode ser um grande problema, com números ruins sendo apresentados ao mercado.

Como está o desempenho atual de CASH3, IRBR3 e COGN3?

Veja a seguir o atual cenário e um breve histórico das ações citadas.

Ações em queda: CASH3

A empresa que é negociada sob o código CASH3 é a Méliuz. Trata-se de uma organização de programas de cashback criada em 2011.

Em vez de fazer o retorno do recurso em pontos de programa de fidelidade, a volta acontece em dinheiro vivo, compensado na conta do participante do programa.

Gráfico com ação da Meliuz
Cotação das ações. Fonte: Google

A companhia fez seu IPO recentemente, em novembro de 2020. Suas ações estrearam valendo R$ 1,62, mas rapidamente cresceram bastante. Em julho de 2021 já haviam valorizado 634%, sendo cotadas a R$ 11,90.

Mas a partir daí foi só queda. O preço das ações somente caiu desde então e hoje estão sendo negociadas por volta de R$ 2,00, valor pouco acima das negociações iniciais.

Foto de prédio da Meliuz (CASH3)

Ações em queda: IRBR3

O IRB Brasil RE é uma companhia que atua no setor de resseguros. Isso quer dizer que sua atuação se dá junto a outras seguradoras.

O IRB atua de modo que eventuais prejuízos sofridos pelas seguradoras sejam cobertos. Em contrapartida, fica com parte do prêmio pago pelos clientes por meio das apólices de seguros.

Prédio IRB

Inicialmente sendo uma empresa pública, o IRB foi privatizado em 2013. Estreou na B3 em agosto de 2017 cotada a R$ 8,78. Em apenas 2 anos e meio valorizou 371%, alcançando o valor de R$ 41,00 por ação.

Mas, com a crise da pandemia, suas ações despencaram violentamente. Inicialmente caíram para valores próximos a R$ 6,00. A queda continuou com o passar do tempo e, hoje, as ações são negociadas em valores abaixo de R$ 3,00.

Gráfico com ação IRB
Cotação das ações. Fonte: Google

Ações em queda: COGN3

imagem com empresas da Cogna

A Cogna é um grande conglomerado educacional que reúne diversas outras empresas que atuam tanto no ensino superior quanto no ensino básico. Também tem um braço na preparação de concursos com a marca LFG.

Seu modelo de negócios envolve o ensino presencial e a distância. O grupo em si existe desde 1966, com outro nome e vindo adquirindo empresas ao longo do tempo, além de passar por reformulação da marca.

Na bolsa de valores, o grupo está presente desde 2012. Apesar dos altos e baixos que caracteriza este mercado, sua cotação alcançou o ápice em outubro de 2017. Mas desde essa data, a empresa só enfrenta desvalorização.

Saindo da casa dos R$ 20,00, a empresa sofreu forte baixa na crise da pandemia. Ainda assim, a queda que já vinha de antes continuou. Hoje a empresa é negociada na bolsa em valores próximos a R$ 2,50.

Gráfico com ações Cogna
Cotação das ações. Fonte: Google

O que fazer com ações em queda?

Segundo Denys Wiese, economista e head de renda fixa da EQI Investimentos, apesar da queda, o momento não é de venda para esses papéis. A recomendação é aguardar para esperar um melhor momento para se desfazer das posições.

Mas, além disso, há outras possibilidades, que listamos abaixo. Algumas, para perfis mais sofisticados de investidor. Outra, mais simples: a de avaliar se a empresa segue com bons fundamentos e aproveitar o momento de preço em baixa para aumentar sua exposição. Confira.

Como ganhar com ações em queda?

Por mais que o senso comum diga que a única forma de ganhar investindo em ações é nos mercados em alta, a verdade é que também é possível ter lucros quando a bolsa cai.

Acompanhe a seguir os 3 principais modos de ter rendimentos com o mercado em queda. Confira.

Operar no lado vendido

Sim, é possível fazer operações lucrativas com o declínio de uma ação. O nome disso é operar vendido. A estratégia consiste em vender um ativo a um alto valor e recomprá-lo em uma cotação mais baixa, encerrando a operação.

Para isso, é preciso fazer primeiramente um aluguel de ações. Como o ativo não está em carteira, o aluguel proporciona essa possibilidade. Após isso, basta efetuar a venda da ação em questão.

Vale ressaltar que esse mecanismo é necessário apenas se a operação levar um ou mais dias, o que se chama de swing trade.

Quando a operação é do tipo day trade (ou seja, aquela que é aberta e encerrada no mesmo dia), não é necessário fazer aluguel. Nesse caso, a transação será uma venda a descoberto.

Fazer hedge de ações

Outra alternativa para ter ganhos com o mercado em queda é se utilizar do mercado futuro. Nele, são negociadas opções sobre as ações. As opções são instrumentos derivativos que derivam de ativos do mercado financeiro.

Para o detentor da ação, é possível fazer a venda de opções, já que ele estará coberto pelo fato de possuir o ativo original. O ganho acontece pelo fato da opção também perder valor junto com a ação.

Esse valor que é perdido acaba se transformando em lucro para o investidor, pois ele venderá em um preço mais alto e recomprará a um valor mais baixo.

Como também ocorrem perdas pelo fato do investidor possuir a ação, um movimento compensa o outro. É por isso que essa é uma operação conhecida como hedge, ou seja, de proteção.

Praticar o preço médio

Por fim, também é possível praticar o preço médio quando o valor de uma ação cai consideravelmente. Logicamente, essa estratégia deve ser utilizada pelos investidores de médio e longo prazo.

Como a ideia é investir em uma determinada empresa por um longo período, quanto mais ações daquela companhia o investidor tiver, melhor será.

Assim, caso suas compras tenham iniciado quando o ativo estava em uma cotação mais alta, é possível fazer compras em valores mais baixo (quando a ação cai) para que o preço médio de compra fique em patamares estabilizados.

A ideia é que o capital do investidor se valorize ainda mais quando o preço do ativo subir, pois com a estratégia do preço médio, o valor de aquisição das ações acaba se rebaixando, proporcionando ganhos com a elevação de valor.

  • Quer entender mais sobre o que fazer com ações em queda e como investir corretamente? Então preencha este formulário que um assessor da EQI Investimentos entrará em contato para apresentar as aplicações disponíveis!
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