O Índice de Confiança da Construção, medido pela FGV, subiu 2,2 pontos em maio, chegando a 87,2 pontos. Esta foi a primeira alta do ano. Em médias móveis trimestrais, o índice recuou 1,6 ponto, a quinta queda consecutiva.
“Seguindo as ondas da Covid, a confiança das empresas do setor da construção registrou uma tímida melhora em maio, sem reverter, no entanto, a sequência de quatro resultados negativos. O índice de confiança continua em nível inferior ao patamar alcançado no final do ano passado e ainda sinaliza a predominância de um pessimismo entre as empresas”, afirma Ana Maria Castelo, coordenadora da pesquisa.
Segundo ela, os empresários apontam que a demanda não avançou o suficiente para sustentar um novo ciclo. E a alta de preços dos insumos permanece como uma limitação cada vez maior.
O Índice de Situação Atual (ISA-CST) subiu 1,2 ponto, para 85,5 pontos. O Índice de Expectativas (IE-CST) avançou 3,0 pontos, para 89 pontos.
O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) da Construção caiu 2,7 pontos percentuais (p.p.), para 74,4%.

Reprodução/FGV
Custo da construção
Outro indicador divulgado hoje pela FGV foi o Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M), que subiu 1,80% em maio, ante 0,95% de abril. Com o resultado, a alta é de 6,92% no ano e de 14,62% em 12 meses.
Comparativamente, em maio de 2020, o índice variou 0,21% no mês e acumulava alta de 4,14% em 12 meses.
A taxa do índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços passou de 1,88% em abril para 2,58% em maio. O índice referente à Mão de Obra passou de 0,01% em abril para 0,99% em maio.






