Segundo a empresa Cadem, a aprovação de Sebastián Piñera, presidente do Chile, alcançou o índice mínimo recorde: 10%. A pesquisa mostra queda de 2 pontos percentuais em relação à semana passada. Já a reprovação chega a 82%.
Os números divulgados na segunda (2) foram resultado da pesquisa com 708 pessoas na semana passada, 46 dias depois do começo dos protestos no país. Os entrevistados também foram questionados sobre o protesto no Chile.
67% concorda com os atos, destes, 96% discorda de saques em lojas. No mesmo sentido, 58% acreditam que a polícia faz uso excessivo da força e que há abuso de poder. Outros 46% dizem que a violência dos protestos é motivada pelos problemas sociais do país.
Sobre as medidas que poderiam resolver a crise, 30% disseram que as pensões deveriam ser aumentadas; 15% apostam na melhoria da educação; 14% falam em mudança na Constituição e nas políticas públicas; e 7% querem novas eleições.
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