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Renda fixa tem riscos? Descubra agora!

Renda fixa tem riscos? Descubra agora!

Redação EuQueroInvestir

Redação EuQueroInvestir

26 Nov 2021 às 22:35 · Última atualização: 09 Jun 2022 · 4 min leitura

Redação EuQueroInvestir

26 Nov 2021 às 22:35 · 4 min leitura
Última atualização: 09 Jun 2022

Fundos DI

as sete melhores opções de renda fixa

A aceleração da alta da Selic (taxa básica de juros), nos últimos meses, chamou atenção do investidor quanto à atratividade dos investimentos em títulos de renda fixa, que possuem características distintas.

Mas, por não serem tão ‘visíveis’ quanto os da renda variável, os riscos da renda fixa são, em geral, desconsiderados pelos investidores.

De acordo com especialistas, estes são basicamente quatro:

Risco de Crédito

É o caso em que o emissor da dívida paga ou não paga o acordado. Se este emissor não conseguir devolver seu dinheiro, você o perde.

No entanto, esse risco é parcialmente minimizado pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que garante a devolução do principal e pagamento de juros, em caso de falência de uma instituição financeira no país.

Entretanto, devido à pandemia, a preocupação é com a proliferação de pedidos de falência, em proporção maior do que a capacidade do FGC cobrir os prejuízos.

Diante de um quadro imprevisível, como o atual, a recomendação de especialistas é no sentido de o investidor procure boas instituições emissoras de crédito, ou ainda se limite a investir em títulos do Tesouro Nacional, que conferem maior segurança quanto à rentabilidade e oferece menor risco do que outros tipos de rendas fixa.

A sugestão de especialistas é que o investidor deve avaliar, antes, o rating da instituição de sua preferência, além de diversificar seus investimentos, tendo em vista mitigar o risco da renda fixa com crédito.

Risco na marcação a mercado

De modo semelhante ao risco da renda variável, o risco de marcação a mercado decorre da própria flutuação dos preços dos títulos, das taxas de juros ou, mesmo, de flutuações decorrentes de fatores diversos, como um repique inflacionário, o que pode acarretar perdas dos valores das cotas.

Diferentemente das ações, tais variações ocorrem diariamente, acompanhando oscilações na curva de juros, tanto no curto, quanto no longo prazo.

Risco de liquidez

Esse tipo de risco está relacionado à facilidade de vender o ativo, uma vez que fazer isso antes do vencimento do título pode impor perdas de parte do lucro esperado com a operação.

A dica aqui é buscar um mercado secundário ‘consistente’, que pague um valor semelhante ao do título, acrescido dos rendimentos.

No caso da antecipação de venda do título, a preocupação dominante deve ser a de obter spreads mínimos entre os preços de compra e de venda, tendo em vista reduzir eventuais prejuízos.

Atualmente, as rendas fixas com maior liquidez são as do Tesouro Direto, que permitem ao investidor vendê-las a qualquer tempo, desde que se observe, antes, os riscos de mercado.

Reinvestimento

Esse tipo de risco, como diz o próprio nome, associa-se a dificuldades de reinvestimento do dinheiro aplicado no mesmo investimento, com as mesmas condições iniciais.

Por exemplo, um título do Tesouro Prefixado, com vencimento em 2022 e que paga 12% ao ano.

Caso a Selic (taxa básica de juros) caia a 3% ao ano, o detentor desse título enfrentará problemas para obter um título com rendimento similar, o que poder obriga-lo a buscar alternativas com taxas mais elevadas, optar por aplicações com risco mais alto ou mesmo auferir, apenas, o rendimento normal desses títulos.

Dessa forma, sempre converse com seu assessor para encontrar oportunidades de investimentos convergentes com seus objetivos e perfil.

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