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PIB da zona do euro cresce 0,2% no primeiro trimestre

PIB da zona do euro cresce 0,2% no primeiro trimestre

Redação EuQueroInvestir

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29 Abr 2022 às 11:15 · Última atualização: 24 Jun 2022 · 2 min leitura

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29 Abr 2022 às 11:15 · 2 min leitura
Última atualização: 24 Jun 2022

BCE sinalização preocupação com inflação na Europa

Gerd Altmann/Pixabay

O Produto Interno Bruto da zona do euro apresentou um aumento de 0,2% no trimestre, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Eurostat. O índice representa uma desaceleração em relação ao trimestre anterior, quando o crescimento foi de 0,3%.

Apesar da redução no desempenho, analistas acreditam que a economia da zona do euro mostrou resistência ao efeitos da guerra entre Ucrânia e Rússia.

Gráfico mostra dados do crescimento do PIB na zona do euro

A União Europeia apresentou um crescimento no PIB de 0,4% no mesmo período. O desempenho também foi menor do que no trimestre anterior, quando o bloco cresceu 0,5%. A diferença entre os números acontece porque oito dos países do bloco não adotam o euro como moeda oficial: Bulgária, Croácia, República Tcheca, Hungria, Polónia, Roménia e Suécia.

O PIB da Alemanha, maior economia do bloco europeu, cresceu 0,2% no primeiro trimestre de 2022. No trimestre anterior, o PIB alemão havia sofrido queda de 0,3%. Agora, com a taxa divulgada nesta sexta-feira (29), o país evitou uma recessão técnica, que acontece quando há queda da economia em dois trimestres seguidos.

Outros países

Entre as outras principais economias europeias, a Espanha também teve crescimento leve, de 0,3% em relação ao primeiro trimestre, enquanto a França mostrou estagnação, com crescimento zero, e a Itália apresentou uma leve queda, de 0,2%.

Economias de menor impacto da região tiveram desempenho melhor, como Portugal, com crescimento de 2,6%, e Áustria, com aumento do PIB de 2,5%.

Tabela detalha dados do crescimento do PIB por países na zona do euro

Ameaça da inflação

A inflação na zona do euro tve também uma leve alta, para 7,5% no acumulado dos últimos 12 meses. Esse índice havia ficado em 7,4% em março. Portugal foi um dos países a sentir essa aceleração: o índice acumulado chegou a 7,4%, contra 6,0% nos doze meses anteriores a março.

A alta dos preços de energia e dos combustíveis, impulsionada pela guerra na Ucrânia e pelos embargos à Rússia, foi o principal fator a puxar a pressão inflacionária na região.

Tabela detalha dados da inflação na zona do euro

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