A Sequoia (SEQL3) negou os rumores sobre a preparação para a realização de uma oferta subsequente de ações da empresa no valor de R$ 150 milhões para financiar a fusão com o Grupo MOVE3.
A empresa de logística emitiu uma nota para desmentir a informação da Coluna do Broadcast, do Estadão, sobre a movimentação da companhia.
A Sequoia apontou que até o momento não não deliberou sobre a efetiva realização de qualquer oferta pública, não analisou condições para tal oferta e, ainda, não há qualquer análise em andamento em relação ao tema.
Entenda a negociação entre a Sequoia e o Grupo MOVE3
A Sequoia divulgou no dia 2 de janeiro que assinou um memorando com os acionistas atuais do Grupo MOVE3 para uma possível fusão de negócios. A transação envolve a integração do grupo em troca de ações da Sequoia, com o objetivo de criar uma das principais empresas privadas no setor de entregas expressas e soluções logísticas.
Como resultado da operação, os acionistas do MOVE3 adquirirão uma participação significativa na empresa.
Em um comunicado relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa ressaltou que, durante a vigência do memorando vinculante, as partes irão “examinar e debater a estrutura para a implementação da potencial operação juntamente com consultores jurídicos, financeiros e contábeis contratados para esse propósito”.
A nova empresa, que ainda precisa da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para operar, terá uma receita anualizada de R$ 2,4 bilhões (com base nos números de 2022) e deverá atender 5.030 municípios com 200 milhões de entregas por mês. Atualmente, os Correios lideram o setor, com 876 milhões de entregas a cada 30 dias.
Após o anúncio, as ações da Sequoia dispararam. Após o fechamento do pregão do dia 2 de janeiro, as ações saltaram de R$ 0,38 para R$ 0,79, um crescimento de 107,89%. Apesar do movimento, os ativos devolveram grande parte dos lucros. Na manhã desta segunda-feira (08), as ações da SEQL3 estão na casa dos R$ 0,55.






