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Petrobras (PETR4): produção cresceu 3,7% de óleo, LGN e gás natural

Petrobras (PETR4): produção cresceu 3,7% de óleo, LGN e gás natural

Petrobras aumenta produção em 3,7% no 1T24, impulsionada por novos poços e esforços em sustentabilidade. Confira os dados!

A Petrobras (PETR3; PETR4) registrou um aumento de 3,7% na produção média de óleo, LGN e gás natural no primeiro trimestre de 2024 (1TRI24), alcançando 2.776 MMboed (milhões de barris de óleo equivalente por dia). 

Este aumento é atribuído ao ramp-up dos FPSOs Almirante Barroso, P-71, Anna Nery, Anita Garibaldi e Sepetiba, além da entrada em produção de 19 novos poços de projetos complementares nas Bacias de Campos (11) e Santos (8).

No entanto, em comparação com o quarto trimestre de 2023 (4TRI23), a produção foi 5,4% menor, principalmente devido ao maior volume de perdas por paradas e manutenções, conforme previsto no Plano Estratégico 2024-28 (PE 2024-28), e ao declínio natural de campos maduros.

No segmento de Refino, Transporte e Comercialização, a produção total de derivados no 1TRI24 foi de 1.753 mbpd, 6,1% acima da produção do 1TRI23. A participação de diesel, gasolina e QAV em relação à produção total foi de 67% no 1TRI24, em linha com o mesmo período no ano anterior.

Petrobras destaca esforços em sustentabilidade

A Petrobras também destacou seus esforços em sustentabilidade. A empresa ampliou a oferta de produtos mais sustentáveis no mercado nacional em março, iniciando em São Paulo a comercialização de diesel com conteúdo renovável (R5) na RPBC. 

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Além disso, estabeleceu parceria com a segunda maior distribuidora de asfaltos do país para a venda do CAP Pro W, produto lançado no final do ano passado, estimulando o desenvolvimento do mercado de asfaltos mais sustentáveis.

A Petrobras também adquiriu a certificação internacional I-REC (Renewable Energy Certificate) que neutraliza as emissões de escopo 2 da empresa em 2023, garantindo que toda a energia elétrica adquirida pela Petrobras para o desenvolvimento de suas atividades tenha sido gerada por fontes renováveis. 

Esses esforços resultaram em uma redução no trimestre de emissão de gases do efeito estufa equivalente a mais de 2,2 mil ônibus urbanos circulando cinco dias por semana, 300 km/dia.

A empresa também destacou a retomada da posse do Terminal de Regaseificação de GNL da Bahia (TRBA) em 1º de janeiro de 2024, sem descontinuidade operacional, após o término do período de arrendamento para terceiros. Ao mesmo tempo, colocou em operação o navio regaseificador de GNL (FSRU) Excelerate Sequoia no TRBA.

Petrobras mantém alta performance operacional e comercial no 1TRI24

Na área de Exploração & Produção, a Petrobras manteve uma performance operacional sólida no 1TRI24, com a produção média de óleo, LGN e gás natural alcançando 2.776 Mboed, 5,4% abaixo do 4TRI23. A produção de óleo no pré-sal foi de 1.857 Mbpd, 4,1% abaixo do 4TRI23, devido, principalmente, ao maior volume de perdas por paradas e manutenções.

No segmento de Refino, Transporte e Comercialização, o volume de vendas de derivados no 1TRI24 reduziu 4,9% em relação ao 4T23, principalmente no que diz respeito ao diesel e gasolina. A redução de 7,6% nas vendas de diesel foi influenciada pela sazonalidade no consumo, que diminui durante os primeiros meses do ano devido à redução da atividade econômica nesse período.

No setor de Gás e Energias de Baixo Carbono, a venda de disponibilidade térmica em leilão reduziu 28,3% em comparação ao 4TRI23, decorrente de encerramento de contratos. A entrega de gás nacional no 1TRI24 reduziu 2 milhões de m³/dia em relação ao 4TRI23, por conta de intervenção programada na Rota 1 (Plataforma de Mexilhão) realizada ao longo do mês de março, tendo sido compensada com importação de gás da Bolívia e de GNL.

No 1TRI24 as exportações reduziram 4,2% em relação ao 4TRI23 devido a menores exportações de derivados, com destaque para a gasolina principalmente pela realização de operações de troca de qualidade no 4TRI23, além das paradas de manutenção no 1TRI24.

Segundo a Petrobras, o conflito no Oriente Médio causou instabilidade nos fretes de transporte marítimo e, por consequência, uma alteração dos fluxos das nossas exportações de petróleo. Os mercados que são naturalmente atendidos por navios de maior porte ganharam atratividade. 

A Petrobras conseguiu explorar essa arbitragem aumentando o volume de petróleo exportado para os mercados asiáticos, principalmente para China, e otimizou carregamentos em navios de grande porte para mercados como Europa e Estados Unidos.

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