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UBS abre conversa para aquisição do Credit Suisse, diz FT

UBS abre conversa para aquisição do Credit Suisse, diz FT

O UBS abriu conversa para aquisição do Credit Suisse, segundo o Financial Times. De acordo com o jornalão, o banco de investimentos pretende assumir o controle total ou parcial da referida instituição financeira. O periódico destaca que a medida vem após um financiamento de emergência junto ao banco central suíço dar um alívio apenas temporário […]

O UBS abriu conversa para aquisição do Credit Suisse, segundo o Financial Times.

De acordo com o jornalão, o banco de investimentos pretende assumir o controle total ou parcial da referida instituição financeira.

O periódico destaca que a medida vem após um financiamento de emergência junto ao banco central suíço dar um alívio apenas temporário ao Credit Suisse, cujas ações voltaram a despencar no pregão desta sexta-feira.

E acrescenta que os conselhos dos dois maiores bancos da Suíça devem se reunir separadamente no fim de semana para discutir um acordo, disse o Financial Times, citando várias pessoas informadas sobre as negociações.

Imagem mostra um empresário olhando pela janela.

O Credit Suisse

Ainda de acordo com o FT, o Credit Suisse tem 167 anos e foi fortemente impactado pela turbulência no mercado desencadeada pelos colapsos do Silicon Valley Bank e do Signature Bank durante a última semana, forçando-o a captar US$ 54 bilhões com o banco central da Suíça.

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No dia 15 de março de 2023, conforme noticiado pelo EuQueroInvestir, o Banco da Suíça informou não temer o risco de contágio direto decorrente de turbulência dos EUA, disse, em relação ao Credit Suisse.

Para justificar sua afirmação, o Banco da Suíça destacou que a lei local exige que todas as instituições financeiras mantenham reservas de capital e liquidez que atendam ou excedam os requisitos mínimos dos padrões de Basiléia.

Também disse que os bancos sistemicamente importantes precisam atender a requisitos de capital e liquidez mais elevados, e isso permite que os efeitos negativos de grandes crises e choques sejam absorvidos.

Por conta deste panorama, as ações do Credit Suisse chegaram a cair mais de 20% na bolsa, naquela data, como reflexo da negativa por parte de seu maior acionista, que se recusou a aportar mais capital na instituição.