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Tesouro Direto: taxas dos títulos sobem nesta quinta

Tesouro Direto: taxas dos títulos sobem nesta quinta

As taxas dos títulos do Tesouro Direto registram alta nesta quinta-feira (6) na comparação às oferecidas na quarta-feira (5).

As taxas dos títulos do Tesouro Direto registram alta nesta quinta-feira (6) na comparação às oferecidas na quarta-feira (5).

Todos os títulos apresentaram correções para cima. O destaque foi para alta do Tesouro Prefixado 2023.

TesouroInvestimento MínimoTaxa (% a.a.) 05/08/2020Taxa (% a.a.) 06/08/2020Variação (p.p.)
Prefixado 2023R$ 36,49 3,83%3,90%+0,17
Prefixado 2026R$ 36,58 5,85%5,96%+0,11
Prefixado 2031 juros semestraisR$ 37,416,58%6,70%+0,12
Selic 2025R$ 106,620,03%0,03% 0,00
IPCA + 2026R$ 58,542,04%2,05%+0,01
IPCA +2035R$ 40,313,38%3,42%+0,04
IPCA + 2045R$ 43,243,38%3,42%+0,04
IPCA + juros semestrais 2030R$ 43,232,71%2,74%+0,03
IPCA + juros semestrais 2040R$ 45,873,43%3,46%+0,03
IPCA + juros semestrais 2055R$ 48,063,68%3,71%+0,03

Cenário

Ibovespa futuro abriu em queda de 0,66%, aos 102.270 pontos, em linha com os mercados externos. Ontem, a bolsa de valores se recuperou de quatro pregões no negativo e fechou com ganhos de 1,57%, aos 102.963,83 pontos.

No Brasil, o destaque fica por conta da repercussão do corte de 0,25 ponto porcentual na taxa básica de juros (Selic), em decisão unânime do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central ontem à noite. A Selic foi de 2,25% para 2% e se encontra em seu piso histórico. No comunicado da decisão, o Copom afirmou ser “pequena” a chance de mais cortes a partir daqui.

“O Copom entende que a conjuntura econômica continua a prescrever estímulo monetário extraordinariamente elevado, mas reconhece que, devido a questões prudenciais e de estabilidade financeira, o espaço remanescente para utilização da política monetária, se houver, deve ser pequeno”.

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Destaque ainda para o ministro da Economia, Paulo Guedes, descartando qualquer chance de criação de mais impostos na Reforma Tributária. Ele afirmou, durante sessão virtual da comissão mista da Câmara e do Senado que analisa a proposta, que os impostos serão reformulados, mas a carga tributária não terá aumentos. Sua intenção, disse, é simplificar o “manicômio tributário” brasileiro.