A Rodobens S/A (consolidado) reportou lucro líquido de R$ 120,5 milhões no 2TRI21. O resultado é 2,1 vezes superior ao do mesmo período do ano passado, que foi de R$ 57,2 milhões.
Já a margem líquida do período foi de 9,8%, aumento de 1,3 pontos percentuais no comparativo anual.
Veja o balanço da Rodobens S/A (consolidado) na íntegra.
Principais números do 2TRI21
Lucro Líquido
Lucro 2TRI21: R$ 120,5 milhões
Lucro 2TRI20: R$ 57,2 milhões
Ebitda
Ebitda 2TRI21: R$ 191,9 milhões
Ebitda 2TRI20: R$ 102,2 milhões
Receita Líquida
Receita Líquida 2TRI21: R$ 1,23 bilhão
Receita Líquida 2TRI20: R$ 672,4 milhões
Receita líquida cresce 83,4%
No 2TRI21, a receita consolidada do grupo apresentou crescimento nos dois segmentos: varejo automotivo (+101,1%) e serviços financeiros (+34,7%).
No varejo automotivo, segundo a companhia, houve um aumento de 73,7% no número de veículos vendidos na comparação com o 2TRI20. Quanto aos serviços financeiros, a empresa atribui o crescimento principalmente ao aumento dos consórcios e financiamentos.
Ebitda aumenta 87,8%
A companhia atribui o aumento do Ebitda ao crescimento das receitas de forma geral. No 2TRI21, a margem Etibda se manteve praticamente estável no comparativo anual, em 15,6%.
Aumento das despesas operacionais
As despesas operacionais cresceram 66% no comparativo anual. De acordo com a Rodobens, os investimentos em transformação digital foram os principais responsáveis pelo aumento dos gastos.
Investimentos
No primeiro semestre de 2021, os investimentos da companhia foram de R$ 26,1 milhões. Nesse sentido, o principal direcionamento dos recursos foi em transformação digital e tecnologia da informação.
Geração de caixa
No 2TRI21, o fluxo de caixa gerado pela operação foi de R$ 21,9 milhões, contra R$ 222,4 milhões no mesmo período de 2020. Segundo a empresa, o aquecimento do mercado automotivo no primeiro semestre desse ano levou a uma maior necessidade de capital de giro, principalmente para a recomposição de estoques de veículos nas concessionárias.
Outro fator que contribuiu para a redução do caixa foi a normalização dos pagamentos à Toyota (a montadora havia dilatado os prazos da rede durante a primeira onda da pandemia).