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Positivo (POSI3) reverte lucro em prejuízo de R$ 8,6 milhões no 2TRI

Positivo (POSI3) reverte lucro em prejuízo de R$ 8,6 milhões no 2TRI

Positivo (POSI3) reverte lucro em prejuízo de R$ 8,6 milhões no 2TRI. No mesmo período do ano passado, havia registrado lucro de R$ 11,06 milhões.

A Positivo (POSI3) registrou um prejuízo de R$ 8,6 milhões referente aos resultados do segundo trimestre de 2020.

No mesmo período do ano passado, a companhia havia registrado lucro de R$ 11,06 milhões.

No acumulado dos primeiros seis meses de 2020 o prejuízo foi de R$ 4,2 milhões contra um lucro de R$ 6,47 milhões no mesmo período do ano passado.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebtida, na sigla em inglês) ajustado foi de R$ 10,17 milhões. No segundo trimestre de 2019, o Ebtida foi de R$ 45,54 milhões

Segundo a Companhia, a redução se deu majoritariamente em função dos impactos nas margens no período.

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Resultado financeiro

O resultado financeiro ficou negativo em R$ 8,5 milhões, 62,7% melhor que o resultado do mesmo período de 2019.

De acordo com a empresa, o resultado favorável foi uma combinação de ganhos na marcação a mercado dos instrumentos derivativos com a alta do dólar e redução de despesa financeira acompanhando a queda da taxa básica de juros.

Receita da Positivo recua 20%

A receita líquida alcançou R$ 440,5 milhões, uma contração de 20% em comparação com o mesmo período de 2019.

No acumulado até junho deste ano, a receita líquida foi de R$ 819 milhões, queda de 11,5% sobre os seis primeiros meses de 2019.

O lucro bruto da Positivo totalizou R$ 83,3 milhões. Já a margem bruta ficou em 18,9%, baixa de 6,4 p.p.

Dívida da Positivo

A dívida líquida encerrou junho em R$ 150,7 milhões. Já a alavancagem financeira, medida dívida líquida / Ebtida, ficou em 1,7 vez no final de junho.

De acordo com a companhia, a desalavancagem e o aumento da posição de liquidez são resultados da “captação líquida de R$ 334milhões com operação de Follow On realizada em janeiro/20, e de uma normalização de parte das readequações de fluxo de pagamentos realizados por parte dos clientes em março com o início das medidas restritivas de distanciamento social.”