O Ministério da Economia, Paulo Guedes, confirmou nesta quinta-feira (21) o desbloqueio de R$ 4,5 bilhões no Orçamento de 2021.
A cifra estava contingenciada desde a sanção do Orçamento, em abril.
De acordo com o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, a maior parte dos recursos desbloqueados é do Ministério da Educação (R$ 1,6 bilhão), mas a suspensão das verbas atingiu outros ministérios de forma pulverizada.
Do total, R$ 2,8 bilhões poderão ser liberados para gastos discricionários (não obrigatórios), como investimentos (obras e compras de equipamentos). O relatório também elevou em R$ 25,44 bilhões, de R$ 99,495 bilhões para R$ 124,935 bilhões, a previsão de créditos extraordinários.
Fora do teto de gastos, os créditos extraordinários estão relacionados aos gastos com o enfrentamento da pandemia de covid-19. A ampliação de R$ 25,44 bilhões está relacionada à prorrogação do auxílio emergencial por três meses. O benefício, que acabaria neste mês, foi estendido até outubro.






