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Dólar sobe mais de 2% e volta a fechar acima de R$ 5

Dólar sobe mais de 2% e volta a fechar acima de R$ 5

O dólar fechou esta quinta-feira (5) em alta de 2,30%, a R$ 5,0165. A moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9335 e a máxima de R$ 5,0584

O dólar fechou esta quinta-feira (5) em alta de 2,30%, a R$ 5,0165. Ao longo do dia a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9335 e a máxima de R$ 5,0584.

  • Segunda-feira (02): +2,63%, a R$ 5,0727
  • Terça-feira (3): -2,15%, a R$ 4,9635
  • Quarta-feira (4): -1,21%, a R$ 4,9036
  • Quinta-feira (5): +2,30%, a R$ 5,0165
  • Semana: +1,57%

Cenário

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) subiu 4,5 pontos em abril, para 79,5 pontos, maior nível desde dezembro do ano passado (81,8 pontos). Essa foi a primeira alta após cinco meses seguidos de queda.

Em médias móveis trimestrais, o índice avançou 1,0 ponto, para 76,5 pontos. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Economia (FGV Ibre).

No cenário internacional, o PMI Composto da China caiu para 37,2 pontos em abril, ante 43,9 em março. É a segunda maior contração da série histórica, iniciada em 2005, superada apenas pela observada em fevereiro de 2020, quando o país vivia o auge da primeira onda da pandemia de covid-19.

Vale lembrar que, para o PMI, leituras abaixo de 50 indicam retração da atividade econômica. Os índices foram divulgados nesta quinta-feira (5) pela S&P Global e pela Caixin Insight Group.

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Para atingir a meta de uma inflação de 2% em 2022, o Bank of England (BoE), o Banco Central inglês, decidiu aumentar em 0,25% a taxa básica de juros e agora ela está em 1%. A ata da reunião foi divulgada na manhã desta quinta-feira (05).

O aumento de 1% na taxa de juros inglês está em consonância com a expectativa do mercado financeiro. Apesar disso, houve alguns dirigentes do BoE que defenderam um aumento para 1,25% diante das pressões inflacionárias no país.

Na ata da reunião do BoE, os dirigentes relatam que a Guerra na Ucrânia provocou uma forte pressão inflacionária no mundo. Deste modo, as perspectivas de crescimento, principalmente após a crise sanitária de covid-19, recuaram do modo preocupante junto com uma inflação alta.

Os Estados Unidos registraram 200 mil pedidos iniciais de seguro-desemprego na última semana de abril, conforme os dados divulgados nesta quinta-feira (5) pelo Departamento do Trabalho americano. O resultado está acima da projeções dos analistas (182 mil) e mostra um avanço de 19 mil novas solicitações em comparação à semana encerrada em 23 de abril, que marcou 181 mil pedidos (revisado de 180 mil).

Em relação à média móveis de quatro semanas, o órgão informou que, na mediana, houve 188 mil pedidos iniciais de seguro-desemprego, o que representa um aumento de oito mil em comparação ao número assinalado na semana anterior, 180 mil (revisado de 179,750).