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Cosan (CSAN3): Raízen protocola pedido de IPO junto à CVM

Cosan (CSAN3): Raízen protocola pedido de IPO junto à CVM

A Cosan (CSAN3) anunciou nesta quinta-feira (3) que a sua controlada Raízen protocolou pedido de oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

A Cosan (CSAN3) anunciou nesta manhã de quinta-feira (3) que a sua co-controlada Raízen protocolou pedido de oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). A Raízen é uma joint venture da Cosan junto a Shell.

Conforme fontes ouvidas pelo jornal Estado de S. Paulo, o IPO deve movimentar de R$ 10 bilhões a R$ 13 bilhões.

A Raízen pode chegar a Bolsa avaliada em mais de R$ 100 bilhões, segundo reportagem da agência Reuters.

Os coordenadores da oferta são BTG Pactual, Bank of America, Citi e Credit Suisse.

A Raízen faturou R$ 120 bilhões no exercício fiscal de 2020.

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Sobre a Raízen

A Raízen é uma empresa integrada de energia. A companhia produz e comercializa etanol, açúcar, combustíveis e bioenergia.

Raízen é fundada em 2011 a partir da Joint Venture entre Shell e Cosan. No mesmo ano, conquistou a certificação Bonsucro.

O Grupo Raízen regstrou prejuízo líquido de R$ 414 milhões no primeiro trimestre de 2021, revertendo lucro de R$ 184 milhões no mesmo período de 2020.

A receita líquida foi de R$ 18,9 bilhões no primeiro trimestre deste ano, baixa de 33,9% em relação ao mesmo trimestre de 2020.

Já o lucro bruto caiu 58,3%, somando R$ 644,1 milhões.

No final de março, a dívida líquida da Raízen era de R$ 17,952 bilhões, aumento de 45,8% na comparação anual.

A alavancagem financeira medida pela relação dívida líquida / Ebitda ficou em 3,1 vezes no primeiro trimestre, alta de 1,2 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2020.