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BTG (BPAC11): Energisa (ENGI11) tem melhora nos dados operacionais do 2TRI21

BTG (BPAC11): Energisa (ENGI11) tem melhora nos dados operacionais do 2TRI21

O BTG Pactual (BPAC11) analisou o recente relatório da Energisa (ENGI11) sobre os dados prévios operacionais do segundo trimestre de 2021. 

O BTG Pactual (BPAC11) analisou o recente relatório da Energisa (ENGI11) sobre os dados prévios operacionais do segundo trimestre de 2021.

Diferente dos relatórios anteriores, que traziam apenas dados de volumes de energia, a empresa agora incluiu informações sobre taxas de coleta e perdas de energia.

Os volumes totais de energia aumentaram 7,9% a/a, refletindo principalmente um efeito de linha de base muito baixo do ano passado, como segundo trimestre foi provavelmente o período mais afetado pelas restrições da Covid-19.

Todos os segmentos apresentaram uma grande melhora a/a, com volumes residenciais crescendo 4,7%, industrial 14,4%, comercial 13,1% e rural 4,0%.

O consumo industrial foi impulsionado pela construção, alimentos e têxteis.

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Os destaques foram EPB (+ 11,6%), EBO (+ 13,4%), ESS (+ 12,6%) e EMG (+ 11,8%).

Comparado aos níveis pré-pandêmicos (2T19), os volumes cresceram 2,6% no consolidado. O residencial (+ 9,8%), segmentos industrial (+ 4,6%) e rural (+ 10,9%) todos cresceram vs. 2019, mas no comercial os volumes caíram 8,3%.

Ótimo trabalho em perdas de energia

Nos demais itens, a arrecadação da Energisa foi de 96,33%, em linha com o 1T20 (96,47%).

As perdas de energia foram o principal destaque, diz o BTG. Todas as concessões reduziram suas perdas em comparação ao 1T20 e atingiram os níveis mais baixos dos últimos 12 meses.

Das 11 concessões da Energisa, apenas 3 permanecem acima do nível regulatório.

Assim, o BTG mantém a recomendação de compra para Energisa até R$ 58.