O banco central da China reduziu suas principais taxas de empréstimo de médio prazo nesta quinta-feira (15), em um movimento muito esperado pelo mercado, já que a recuperação da economia pós-Covid continua perdendo força.
O Banco Popular da China reduziu a taxa de empréstimos de médio prazo (MLF) de um ano em 10 pontos base – de 2,75% para 2,65%. Isso deve injetar US$ 33 bilhões na economia.
A MLF geralmente orienta a taxa de crédito de referência para as famílias, empresas e empréstimos hipotecários.
A facilidade de empréstimo é um canal de financiamento introduzido para permitir que o banco central injete liquidez no sistema bancário e influencie as taxas de juros de determinados empréstimos.
No início desta semana, o banco central cortou sua taxa de recompra reversa de sete dias em 10 pontos-base, de 2% para 1,9%, injetando 2 bilhões de yuans chineses na economia. E os maiores bancos comerciais estatais da China cortaram as taxas de depósito na semana passada.
O corte nos empréstimos de médio prazo é um sinal da “vontade” dos formuladores de políticas chineses de intervir para ajudar a sustentar a economia, disse o diretor de investimentos da KraneShares, Brendan Ahern, para a CNBC.
“Eles estão sinalizando sua consciência e vontade de apoiar a economia. É um reconhecimento de que a recuperação pós-Covid está ocorrendo em um ritmo muito morno ou incremental”, disse.
Ele acrescentou que a decisão sobre a taxa básica de juros, marcada para 20 de junho, também deve resultar em um corte, à medida que o governo embarca em novas medidas de apoio para aquecer a economia.
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