O Morgan Stanley elevou a recomendação da WEG (WEGE3) de venda para neutra, com preço-alvo de R$ 54, implicando potencial de valorização de 13,9% em relação ao último fechamento.
A mudança ocorre após a ação ficar significativamente atrás do mercado desde 2025 e um corte de aproximadamente 18% no lucro projetado para 2026.
Apesar do “superciclo” de transformadores impulsionado por energia e data centers, o banco vê upside limitado e considera a ação já precificada. A WEG negocia a 29,8 vezes o lucro esperado para 2026, com possível compressão de cerca de 3% no múltiplo.
O destaque positivo fica para o segmento de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia (GTD), apontado como o principal motor de crescimento da companhia, sobretudo no exterior.
O segmento se beneficia da demanda por infraestrutura elétrica e da expansão de data centers globalmente.
No curto prazo, o Morgan Stanley aponta que pesam sobre a companhia fatores como câmbio, commodities e tarifas nos Estados Unidos, embora avalie o impacto como limitado. A combinação desses elementos justifica a postura cautelosa do banco, mesmo após a elevação da recomendação.






