O plano estratégico da Petrobras (PETR3; PETR4), para o período entre 2024 e 2028 está em elaboração, mas ainda seguirá para aprovação da Diretoria Executiva e do Conselho de Administração da companhia.
A informação foi dada pela petroleira em comunicado ao mercado, diante de matéria do jornal O Globo de que o novo plano contemplaria investimentos de US$ 100 bilhões, sendo superior ao atual, com vigência até 2027, e que tem US$ 78 bilhões previstos.
Os elementos estratégicos do PE 2024-28, conforme divulgado ao mercado em 01/06/2023, visam preparar a Petrobras para um futuro mais sustentável, na busca por uma transição energética justa e segura no país, conciliando o foco atual em óleo e gás com a busca pela diversificação de nosso portfólio em negócios de baixo carbono.
Em comunicado, a companhia reitera que eventual alteração no seu capex seguirá os elementos estratégicos aprovados pelo conselho de administração, em observância às práticas de governança vigentes, ao compromisso com a geração de valor e à sustentabilidade financeira de longo prazo da Petrobras e deverá, dentro da governança estabelecida na companhia, passar pelos processos de aprovação aplicáveis.
Plano estratégico da Petrobras (PETR3; PETR4) estaria criando divergências
Matéria do jornal carioca diz que o plano estratégico da Petrobras estaria criando divergências dentro do comando da petroleira, por conta da aplicação de recursos em fontes renováveis de energia – diferente do negócio principal da empresa que é essencialmente a exploração e produção de petróleo e produção de combustíveis.]
De acordo com a publicação, estariam no centro das desavenças, questões como a criação de projetos como produção de hidrogênio e de usinas eólicas offshore – instaladas no mar, uma solução ainda inexistente no Brasil.
Por isso, acionistas que teriam sido indicados por acionistas minoritários estariam receosos em projetos renováveis, pedindo uma comprovação de viabilidade dos mesmos para não comprometer o plano estratégico da Petrobras (PETR3; PETR4).






