O Flamengo segue caminhando a passos largos para se tornar não apenas uma potência do futebol do Brasil e da América do Sul, mas mundial.
Apesar de ter sido derrotado pelo Liverpool, da Inglaterra, e enterrado, ao menos por enquanto, o sonho de conquistar o bicampeonato mundial, fora de campo a estratégia do Rubro-Negro da Gávea para alcançar os gigantes europeus segue bem traçada.
O clube anunciou nesta semana a ampliação do patrocínio com o Banco BS2, que foi fechado em março do ano passado e tem validade até dezembro de 2020.
A ampliação do acordo, antes válido somente para o futebol profissional e da categoria masculina do clube, rendeu R$ 30 milhões aos cofres flamenguistas (mais R$ 10 por cada nova conta aberta no banco), e não terá uma injeção com a nova cláusula.
Segundo informações da “Coluna do Fla”, site especializado na cobertura dos bastidores do atual campeão brasileiro e da Libertadores da América, o Banco BS2 agora também estampará sua logomarca nos uniformes das categorias de base e do time feminino.
O Rubro-Negro também está perto de fechar um novo contrato, previsto para render mais R$ 12 milhões pelos próximos dois anos, caso seja aprovado pelo Conselho.
O patrocinador praticamente fechado é a Total Brasil Distribuidora, do setor petroquímico, e o contrato para estampar a logomarca da empresa na parte inferior da camisa teria duração de dois anos, segundo informações do Uol Esporte.
Mais dinheiro, mais contratações
Ao mesmo tempo em que o departamento de marketing mostra competência para fechar contratos com novos patrocinadores, a diretoria de futebol “dá chapéu” nos rivais e acerta contratações cobiçadas por outros clubes do País e do exterior.
A mais recente, e que fez o Flamengo ficar com 4 entre as 10 mais caras do futebol brasileiro, foi a do atacante Michael, eleito revelação do último Campeonato Brasileiro atuando pelo Goiás.
Na mira de Corinthians, Palmeiras, Santos e clubes do exterior, Michael foi anunciado como reforço do Flamengo no decorrer da semana, e renderá aos cofres do Goiás R$ 34 milhões, suficientes para colocá-lo como oitavo mais caro do top 10 de transações.
As outras três contratações flamenguistas que se encaixam entre as mais caras do futebol brasileiro são, segundo levantamento do Uol Esporte, Arrascaeta, que pertencia ao Cruzeiro e custou R$ 63,4 milhões em 2019 (é a número 1 da lista), Gerson, que veio da Roma-ITA, e Vitinho, repatriado junto ao CSKA, da Rússia.
Além de Michael, o Flamengo já acertou para 2020 as chegadas do também atacante Pedro Rocha, ex-Cruzeiro e Grêmio, e está perto de repatriar Pedro, que surgiu como grande promessa atuando pelo Fluminense, mas está no futebol italiano. Estes, no entanto, não estão na lista dos mais caros da história do futebol nacional.
O TOP 10
1º – Flamengo comprou Arrascaeta do Cruzeiro – R$ 63,4 milhões
2º – Corinthians comprou Tevez do Boca Juniors – R$ 60,5 milhões
3º – Flamengo comprou Gerson da Roma – R$ 49,7 milhões
4º – Inter comprou Nico López da Udinese – R$ 44,8 milhões
5º – Flamengo comprou Vitinho do CSKA – R$ 44 milhões
6º – Santos comprou Leandro Damião do Inter – R$ 41,6 milhões
7º – Corinthians comprou Alexandre Pato do Milan – R$ 40,5 milhões
8º – Flamengo comprou Michael do Goiás – R$ 34 milhões
9º – Palmeiras comprou Borja do Atlético Nacional-COL – R$ 33 milhões
10º – Corinthians comprou Nilmar do Lyon – R$ 27,8 milhões.






